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Interdependências entre Serviços e Indústria na União Europeia

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  Via Comissão Europeia sobre as interdependências entre os setores dos Serviços e Industria:

National Bank of Belgium - Export entry and network interactions: evidence from the Belgian production network

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O Banco Nacional da Bélgica acaba de lançar um estudo da autoria de Emmanuel Dhyne, Philipp Ludwig and Hylke Vandenbussche , designado "Export entry and network interactions: Evidence from the Belgian production network", que destaca a importância das redes ("networks) na atividade das empresas exportadoras, sobretudo ao nível das pequenas e médias empresas, e na seleção nos modos de entrada em mercados internacionais: "Despite continued trade liberalization only 4-5% of firms export products to foreign markets. This low rate of export participation reflects the immense challenges exporters face when trying to access foreign markets. Complying with customs procedures and tailoring products to local demand creates large up-front costs which act as an entry barrier and prevent most firms from becoming exporters. A vast literature in international trade has therefore singled out firm productivity as the key determinant to understand low export participation, since onl...

The Economist, 12 de janeiro de 2023

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A capa desta semana da revista " The Economist" . Oportuna, brilhante, inspiradora, acutilante! O tema da capa é desenvolvido num artigo que tem por titulo "Zero-sum: The destructive logic threatening globalisation". 

WIIW - Economic and Social Impacts of FDI in Central, East and Southeast Europe

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                                                                                                                                    Foto: I ntellinews " This study  (Economic and Social Impacts of FDI in Central, East and Southeast Europe by Doris Hanzl-Weiss and Branimir Jovanović from   The Vienna Institute for International Economic Studies )   assesses the  economic and social impacts of foreign direct investment (FDI) in 17 economies in Central, East and Southeast Europe (CESEE). More precisely, we investigate how different FDI inflows have affected various economic and social indicators, such as GD...

Países Baixos - 40% dos estudantes universitários a frequentarem o 1º ano são estrangeiros (2021/22)

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De acordo com o Instituto Nacional de Estatísticas dos Países Baixos (CBS), no ano letivo de 2021/22, cerca de 115 000 estudantes a estudarem em universidades neerlandesas são estrangeiros. Os estudantes estrangeiros representam cerca de 40% dos estudantes de 1º ano nas universidades dos Países Baixos. Destes estudantes, 76% são oriundos do Continente Europeu. Cerca de 1/5 do total estudantes internacionais são alemães  (24 500 estudantes). Do Continente Asiático estão inscritos 19 600 estudantes, com destaque para os originários da China (mais de 5 000 estudantes) e da India (mais de 3 mil estudantes).  De acordo com diversas fontes, são várias as razões que levam estes estudantes a optarem por estudar nos Países Baixos; (i) um grande número de cursos ministrados em língua inglesa; (ii) a qualidade do ensino e da investigação realizada nestes estabelecimentos de ensino; (iii) um valor de propinas muito competitivo, face ao que se verifica em outros países europeus; (iv) as o...

BusinessEurope: EU-China relations - Engaging with a systemic rival

A BusinessEurope , principal confederação patronal europeia, publicou recentemente um novo "paper" dedicado ao tema das relações União Europeia-China. Veja abaixo as principais conclusões deste documento: i) "EU-China relations have faced considerable challenges in recent times. On the one hand, our trade and investment relations remain characterised by significant asymmetries, including a lack of reciprocity in market access and an unlevel playing field in some sectors. Therefore, the recommendations that BusinessEurope set out in its 2020 publication “ The EU and China: addressing the systemic challenge ” remain relevant today. With the increased politicisation of the Chinese business environment, the situation has become even more challenging for European companies in some areas, exacerbated by the lack of international mobility with China since February 2020. On the other hand, new risk factors have emerged such as China’s increased assertiveness and the supply chai...

The new geopolitics of trade: what are the implications for the global trading system? | LSE IDEAS

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Persistent COVID-19: Exploring potential economic implications, Olivier Blanchard (PIIE) and Jean Pisani-Ferry (PIIE)

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                                                                  Foto: Stephane de Sakutin/AFP Partilho uma análise de Olivier Blanchard e de Jean Pisani-Ferry sobre possíveis consequências económicas da persistência do Covid-19 nas nossas sociedades no contexto do surgimento de novas variantes do vírus Sars-CoV-2. " When the COVID-19 crisis spread in early 2020, many economists who stepped forward with projections of its impact assumed that a one-time shock would be followed eventually by a return close to the status quo. Views have differed since then regarding both the time it would take to produce vaccines and the extent of potential economic scarring, but, until the last few months, few outside the public health community seriously contemplated the possibility that the pandemic could persist on a significant scale. ...

Estudo do CaixaBank aponta os mercados internacionais com maior potencial para a internacionalização das empresas espanholas

" The CIBI  2019  (CaixaBank Index for Business Internationalisation) i s an index that ranks foreign countries according to their internationalisation potential from the perspective of Spanish companies . The index is developed by analysing the main aspects that determine the decision made by these Spanish companies to expand internationally into a specific country . The ICIE brings together the key aspects that determine the decision to expand internationally into five pillars, which help assess the strengths and weaknesses of each country. The five pillars are: (i) the degree of accessibility to the market of each country, (ii) the ease of operating in each market, (iii) the commercial attractiveness, (iv) the financial and innovative environment and (v) the institutional and macroeconomic stability". De acordo com este excelente trabalho do CaixaBank, grupo bancário espanhol e principal accionista do banco português BPI, os 10 mercados que oferecem melhores co...

A importância das (boas) relações diplomáticas entre países nas decisões de investimento directo no estrangeiro das empresas

Num artigo recente publicado no Journal of International Business Studies , designado “Diplomatic and corporate networks: Bridges to foreign locations” (que pode ser acedido aqui ), um grupo de investigadores, nomeadamente Jing Li, Klaus E. Meyer, Hua Zhang e Yuan Ding, referem o seguinte: "Firms and governments operate in broad networks in which the home government and its diplomatic service are a critical node – or a “referral point” – between firms and potential partners in foreign locations. Thus diplomatic relations between countries matter for the choice of foreign investment location. Using a network perspective, we argue that the extent to which good diplomatic relations induce firms to invest in friendly host countries depends on their political connections to home governments. Those with stronger ties to home governments can better access and leverage intergovernmental diplomatic connections, thus benefiting potentially from enhanced access to information, reduced p...

Eurostat: A mobilidade de trabalhadores na União Europeia (2017)

O Eurostat divulgou no passado dia 28 de maio um comunicado de imprensa sobre a mobilidade de cidadãos na União Europeia em idade activa (entre os 20 e os 64 anos), tendo por referência o ano de 2017, e em que nos parecem muito relevante os seguintes dados: - " Au total, 3,8% des citoyens de l’ Union européenne (UE) en âge de travailler (20-64 ans) résidaient dans un autre État membre que celui dont ils avaient la citoyenneté en 2017. Cette part a progressé par rapport aux 2,5% d’il y a dix ans. La situation varie considérablement selon les États membres, et la proportion s’échelonne entre 1,0% des citoyens en âge de travailler dans le cas de l’ Allemagne et 19,7% dans celui de la Roumanie ".   - " La mobilité est généralement plus forte parmi les diplômés de l’enseignement supérieur que dans le reste de la population. Ainsi, 32,4% des citoyens de l’ UE « mobiles » sont des diplômés de l’enseignement supérieur, contre 30,1% pour la population de l’ UE dans so...

Le made in Portugal a le vent en poupe, Les Echos

O diário económico francês Les Echos , através da sua jornalista Cecile Thibauld, dedicou no passado dia 31 de janeiro, um artigo sobre a evolução económica recente em Portugal com sugestivo título "Le made in Portugal a le vent en poupe" (que pode ver aqui ).  Na opinião da referida jornalista, " Après des années de récession et d'austérité, le Portugal a retrouvé le chemin de la croissance tout en se modernisant . (...) C'est un mix de relance et de flexibilité du marché du travail, à la scandinave, qui a relancé la consommation et redynamisé l'économie du pays, portée à la fois par le boom du tourisme et par les exportations ". Trata-se de uma análise muito importante e oportuna sobre a competitividade da economia e das empresas portuguesas e com efeitos relevantes ao nível da imagem de Portugal em França, um mercado incontornável para as exportações nacionais (2º cliente mundial de Portugal, ao nível das exportações de bens e serviços) e para a cap...

PME’s portuguesas têm um peso de 56% nas exportações em valor para o espaço da União Europeia (2015)

O EUROSTAT acaba de publicar um conjunto de dados , referentes a 2015, sobre a posição das pequenas e médias empresas (PME’s) no comércio de bens no espaço da União Europeia. Este trabalho indica que as PME’s   (empresas com menos de 249 trabalhadores) representam 44,6% das exportações intra-europeias em valor, enquanto as grandes empresas (+ de 250 trabalhadores) são responsáveis por 55,4%. Já no que se refere às importações, as PME´s têm um peso de 50,9% e as grandes empresas contribuem com 49,1%.    Em 5 países da União Europeia, as PME’s   geram mais de 2/3 do valor total das exportações de bens no espaço intra-europeu: Chipre (88,1%), Letónia (81,2%), Bélgica (70,2%), Estónia (68,1%) e Holanda (66,5%).   Em sentido oposto, com as PME’s a representarem menos de 1/3 do valor das exportações de bens no interior da União Europeia, temos países como a França (21,4%) - o valor mais baixo dos países da União Europeia e onde a posição ...

Comissão Europeia arranca com o processo de negociação de acordos comerciais com a Austrália e Nova Zelândia

No passado dia 13 de setembro, a Comissão Europeia iniciou os procedimentos para o arranque das negociações com a Austrália e a Nova Zelândia com vista ao estabelecimento de acordos comerciais.  A Comissão Europeia apresentou ao Conselho Europeu duas recomendações, juntamente com as propostas de mandatos de negociação, e de seguida irá solicitar autorização formal aos Estados-Membros para o começo das negociações que se espera virem a terminar no final do seu mandato. Veja aqui algumas das razões que poderão justificar a celebração destes acordos.

Negócios com o Irão

A Harvard Business Review acaba de dedicar um artigo, da autoria de Matthew Spivack (que pode ver aqui ), às potencialidades e oportunidades de negócios no mercado do Irão com o sugestivo titulo "What to Know About Doing Business in Iran". Depois de ser efectuado um enquadramento da economia e do ambiente de negócios no Irão - um país de 78 milhões de habitantes, com uma população jovem (60% da população tem menos de 30 anos de idade) e que vive em grandes centros urbanos (mais de 70% da população), Matthew Spivack apresenta um conjunto de sugestões/recomendações que nos parecem muito úteis aos empresários interessados na abordagem deste mercado: " Updating global compliance policies.  A comprehensive compliance strategy is the essential bedrock for building and implementing a successful Iran plan. Companies need to confirm that their policies are compliant by consulting with an external sanctions lawyer. Overcoming a lack of market data.  Companies looking to ...

As exportações de mercadorias dos Países da União Europeia em 2014

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A Eurosat acaba de publicar uma análise sobre o comércio internacional de mercadorias da União Europeia, em 2014 (que pode ver aqui ), que conclui que a os EUA  (15% do total de comércio de mercadorias) e a China (14% do total) continuam a ser os principais parceiros da UE. Seguem-se a Rússia (8% do total) e a Suíça (7%). Já em relação às exportações de mercadorias dos 28 estados-membros da União Europeia, que atingiram 4 636 mil milhões de euros, destinaram-se, em cerca de 63% do total (2 934 mil milhões de euros), a outros estados-membros da União Europeia (comércio intra-União Europeia). Conforme se pode constatar da leitura do quadro acima apresentado (clicando no quadro aumenta-se a sua dimensão), mais de 75% das vendas de mercadorias de 7 estados-membros da União Europeia Europeia, nomeadamente a Eslováquia (84%), Luxemburgo (83%), República Checa (82%), Hungria (80%), Polónia (77%), Holanda (76%) e Eslovénia (75%), foram direccionadas para outros estados-membros da Uni...

Análise do comércio internacional de armamento (2010-2014)

O Stockholm International Peace Research Institute acaba de publicar um relatório designado por "Trends in International Arms Transfers'2014" (pode ver aqui ), da autoria de Pieter Wezeman e Siemon Wezeman, que faz uma análise sintética das principais tendências e dos principais importadores e exportadores de armamento no mundo. De acordo com este relatório, os cinco principais exportadores de armas, no período 2010-2014, foram os EUA, Rússia, China, Alemanha e França, enquanto os cinco principais importadores foram a Índia, Arábia Saudita, China, Emirados Árabes Unidos e Paquistão.

Os hispânicos e as indústrias culturais em espanhol nos EUA

Nos EUA vivem actualmente cerca de 54,1 milhões de pessoas com origens hispânicas que representam 17% da população do país. Em 2050, estima-se que os hispânicos venham a constituir 30% dos habitantes dos EUA. Nessa altura, os EUA serão o país do mundo onde mais se falará espanhol. Tendo em atenção esta realidade, o "think tank" espanhol Real Instituto Elcano realizou um estudo de caracterização do mercado norte-americano para as indústrias culturais em língua espanhola, designado por "Los latinos y las industrias culturales en español en Estados Unidos", tendo chamado a atenção para para o facto do "el mercado cultural “hispano-unidense”, como hemos querido llamarlo en este documento, sigue suponiendo un prometedor espacio de crecimiento para las industrias culturales en español de todo el mundo, pero sólo si se lo comprende en su complejidad y su heterogeneidad. La música, la radio, el cine, la televisión y la industria editorial son, precisamente por su car...

Lituânia: a adesão à Zona Euro e as relações com a Rússia

Depois da Estónia, em 2011, e da Letónia, em 2014, a Lituânia é, desde hoje, o último país Báltico a aderir à Zona Euro. A entrada da Lituânia na Zona Euro decorre numa altura de grande tensão entre a Rússia e os Países Bálticos (antigas repúblicas da União Soviética), e constitui mais uma etapa no processo de integração deste país a Ocidente (por contraponto ao facto de anteriormente pertencer ao chamado Bloco de Leste), depois da adesão, em 2004, à União Europeia e à NATO. Por ora, e de acordo com uma sondagem do Eurobarómetro de Dezembro de 2014, 63% da população lituana tem uma posição favorável à mudança de moeda e às consequências decorrentes desta opção, numa altura em que a economia lituana revela já sinais de se encontrar familiarizada com esta nova moeda (mais de 70% dos empréstimos bancários das empresas e das famílias são realizados em Euros). Por outro lado,  cerca de 50% das exportações lituanas já são destinadas ao...

Despesas militares em África aumentaram 8,3% em 2013

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  Via The Economist . " Last year military spending there grew by 8.3%, according to the Stockholm International Peace Research Institute (SIPRI), faster than in other parts of the world (see chart). Two out of three African countries have substantially increased military spending over the past decade; the continent as a whole raised military expenditure by 65%, after it had stagnated for the previous 15 years. Angola’s defence budget increased by more than one-third in 2013, to $6 billion, overtaking South Africa as the biggest spender in sub-Saharan Africa. Other countries with rocketing defence budgets include Burkina Faso, Ghana, Namibia, Tanzania, Zambia and Zimbabwe. The continent’s biggest spender by far is Algeria, at $10 billion ".