A atractividade das universidades norte-americanas e chinesas: os avanços do "soft power" chinês


A revista Foreign Policy destaca num artigo recente, designado "Forget Stanford, Tsinghua Beckons", a crescente atractividade para estudantes internacionais das universidades chinesas em relação às suas congéneres norte-americanas, apesar dos EUA ainda constituírem o principal hub mundial nesta área. 

Em 2016, mais de 1 milhão de estudantes internacionais estavam matriculados em instituições de ensino superior nos EUA, contra cerca de 500 000 estudantes na China. Mas as coisas parecem se estar a alterar, ainda que de uma forma muito discreta, mas sustentada, sobretudo ao nível dos estudantes oriundos de países dos Continentes africano e asiático.

A autora do artigo, Charlotte Yang, conclui "Yet, if China’s ambitions in Africa and Asia in fact come to fruition, the United States may one day wake up to discover a generation of leaders and elites in those countries who are more familiar—and comfortable—with Beijing than New York".

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