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Fórum para a Competitividade faz diagnóstico do sector exportador

O Fórum para a Competitividade acaba de lançar os resultados do Inquérito às Empresas sobre a Actividade Exportadora , onde participaram 626 empresas. Estas identificam a procura externa e a concorrência nos mercados como os factores que mais condicionam a actividade exportadora. Para além disso, as empresas que responderam a este inquérito esperam uma quebra das exportações no corrente ano, referem que o actual modelo fiscal prejudica a internacionalização, apontam o preço como um factor determinante das exportações e indicam que as medidas anti-crise do Governo são pouco relevantes. Num próximo inquérito, seria interessante colocarem algumas questões relacionadas com a promoção externa, em que as empresas pudessem identificar os mercados onde estão a ter mais dificuldades de penetração, os países onde tencionam apostar no curto-médio prazo, as formas de entrada (“ entry modes ”) que irão utilizar e o tipo de apoio que esperam ter das entidades públicas e privadas com responsabilid...

Justiça e negócios na Rússia

Um relatório da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, divulgado no passado dia 23 de Junho, e designado por " Allegations of Politically Motivated Abuses of the Criminal Justice System in Council of Europe Member States ", traça um cenário muito preocupante sobre o sistema de justiça russo referindo abusos, alegadas fraudes e interferências de entidades politicas e policiais . Neste relatório são apontados dois casos emblemáticos da forma discricionária como as autoridades russas actuaram em relação a investidores estrangeiros e locais, como foram os casos " Yukos Oil " e " Hermitage Fund " (Grupo HSBC ). Estes dados vêem reforçar, junto da opinião pública e de empresários e investidores, a imagem negativa existente sobre o ambiente e as condições de realização de negócios na Rússia e o sentimento de desconfiança em relação ao funcionamento do sistema de justiça russo.

Relações Europa-Taiwan

A European Chamber of Commerce de Taipé comemorou o dia da Europa com a presença de um elevado número de empresários e do próprio Presidente de Taiwan, conforme relata o Director-Adjunto do British Trade and Cultural Office, em Taipé. Ou seja, apesar da toda a pressão diplomática chinesa para condicionar o relacionamento diplomático internacional com a Taiwan (apenas 23 Estados reconhecem oficialmente Taiwan, sendo o Vaticano o único Estado europeu), existe um forte interesse de alguns países da União Europeia, nomeadamente do Reino Unido, em reforçarem o relacionamento económico e comercial com este país, quer enquanto destino de exportações, quer enquanto emissor de investimento estrangeiro.

Semana dedicada aos Países da Europa Central e Oriental (PECO) em Madrid

Apesar da crise económica que está a afectar com alguma intensidade a Europa Central e Oriental, as autoridades espanholas continuam a dar especial prioridade e atenção ao apoio à internacionalização das empresas para a referida região. Esta semana vai decorrer, em Madrid, a Semana da Internacionalização para os PECO, organizada pelo ICEX , em que está prevista a realização de um conjunto de seminários sectoriais - nas fileiras moda, casa, alimentar, audiovisual, energias renováveis, entre outros –, encontros de empresários e também acções de informação/sensibilização sobre os financiamentos multilaterais para a região dos Balcãs.

Note to President Obama: Want to fix the schools? Look to Portugal?

Esta é a opinião de um especialista norte-americano sobre as reformas que estão a ser feitas em Portugal no dominio da educação. Esta posição de Don Tapscott foi publicada no blog The Huffington Post, onde costumava colaborar Barack Obama, antes da sua eleição para a Presidência dos E.U.A..

Negócios e língua: a ofensiva espanhola na Austrália

Os Reis de Espanha inauguraram hoje um Centro do Instituto Cervantes em Sydney (Austrália). É a primeira delegação do Cervantes na Oceânia e o 73ª no mundo. Na mesma altura, Espanha faz uma grande ofensiva económica e comercial na Austrália, com a realização de um Encontro Empresarial Austrália-Espanha que também será inaugurado pelo Rei de Espanha, D. Juan Carlos. Ora aí está, tão fácil! Sinais da afirmação externa de um país, através da articulação e da concertação de posições entre as chamadas diplomacia económica (promoção dos empresas e dos negócios) e diplomacia cultural (promoção da língua e da cultura).

BoP: Novas estratégias empresariais para mercados emergentes?

Os livros de C.K. Prahalad “The Fortune at the Bottom of the Pyramid: Eradicating Poverty Through Profits” e de Stuart Hart, “Capitalism at the Crossroads” marcaram uma viragem na forma como instituições, sociedade civil e empresas passaram a olhar para a chamada “bottom of the piramid”. A “bottom of the piramid”, também chamada “base of the piramid” ou simplesmente “BoP”, consiste nos 4 mil milhões de pessoas que vivem na pobreza com um rendimento per capita de menos de 2 USD/dia. A proposta de C.K. Prahalad é muito simples e é apresentada logo no inicio do seu livro “ …if we stop thinking of the poor as victims or as a burden and start recognizing them as resilient and creative entrepreneurs and value-conscious consumers, a whole new world of opportunity will open up”. Nesta perpectiva, os 4 mil milhões de pobres podem ser a alavanca de crescimento do comércio mundial e fonte de inovação, obrigando para isso a uma maior colaboração entre empresas, organizações da sociedade civil e ...

RTP Internacional, RTP África e os empresários portugueses radicados no estrangeiro

A RTP Internacional anunciou um conjunto de mudanças bastante oportunas nas suas emissões e que se consubstanciam fundamentalmente na adaptação dos programas aos fusos horários dos seus telespectadores, alargamento das horas de emissão, realização de novos programas e na colaboração da RTP Açores e Madeira nos blocos informativos das emissões dirigidas ao Continente Americano. A RTP Internacional e a RTP África são dois instrumentos fundamentais na divulgação de Portugal no mundo e na relação com a nossa d iáspora , estimada em cerca de milhões de pessoas. Vale a pena por isso, reflectir, entre outros aspectos, sobre o papel que estes canais de televisão podem ter na divulgação da imagem externa de Portugal e no promoção dos negócios e das empresas portuguesas. Pensamos que a RTP Internacional e a RTP África podem ter um papel determinante no estímulo do relacionamento comercial, e até de investimento, entre o tecido empresarial nacional e os empresários portugueses radicados no exteri...

Estudo da Universidade de Navarra considera Lionel Messi, o jogador mais mediático da temporada 2008/2009

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Lionel Messi, com 21,9 pontos, foi considerado o jogador mais mediático da temporada 2008/2009, segundo um estudo realizado pelo “Grupo de Investigacíon en Economia, Deporte e Intangibles” da Universidade de Navarra (Espanha). Logo a seguir surge Cristiano Ronaldo, com 21 pontos, que ocupou o ano passado o 1º lugar deste ranking. Este estudo também identifica e avalia os futebolistas mais caros da actualidade, sendo neste caso a classsificação liderada por Cristiano Ronaldo (82 milhões de Euros), seguido de Lionel Messi (80 milhões de Euros) e Fernando Torres (67 milhões de Euros). Em relação ao ranking dos clubes mais mediáticos, pelo Barcelona é o primeiro classificado (86,2 pontos), seguido do Manchester United (86,o), Chelsea (58,5), A.C. Milan (49,8), Real Madrid (48,5), Liverpool (47,0), Inter Milan (39,5), Arsenal (36,9), Bayern (30,9) e Juventus (26,1).

O CDE e Portugal

O CDE – Centre pour le Centre pour le Développement de l’Entreprise (CDE), acaba de lançar ao último número da sua newsletter institucional . O CDE, herdeiro de algumas das funções do antigo CDI-Centro para o Desenvolvimento Industrial é uma instituição conjunta do Grupo de Estados ACP (África, Caraíbas e Pacifico) e de União Europeia, criada no âmbito do Acordo de Cotonou, e tem por objectivo o desenvolvimento das empresas privadas do países ACP. Para concretizar a sua missão, o CDE é financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento. Ao nível dos programas de apoio ao sector privado, o CDE actua em estreita ligação com a Comissão Europeia, Secretariado do Grupo de Estados ACP e Banco Europeu de investimentos, para além de gerir, sob supervisão da EuropeAID/AIDCO, o programa Pro€Invest, programa de partenariado UE-ACP, que tem uma dotação de 110 milhões de Euros. Até ao aparecimento do CDE, Portugal era o país da União Europeia com maior número de projectos co-financiados pelo CDI – Ce...

Exportações de vinhos: Espanha ultrapassa França

Em 2008, as exportações de vinhos espanhóis ultrapassaram as francesas, em termos de volume. Nesse ano, os espanhóis venderam 1 690 milhões de litros por um valor de 1 994 milhões de euros, o que representou um crescimento de 8,5%, em termos de volume, e de 8%, em valor, em relação ao ano de 2007. Na sequência destes resultados a Espanha tornou-se o 2º exportador mundial de vinhos, em volume, atrás da Itália. Em valor, França continua a liderar as exportações mundiais deste produto. No caso de Espanha, os resultados que estão a ser alcançados vêm premiar a estratégia que tem sido implementada, nos últimos anos, pelo ICEX - Instituto de Comércio Externo de Espanha e pelas agências regionais de promoção das exportações ligadas às Comunidades Autónomas produtoras de vinhos. Ou seja, de uma forma bastante articulada têm vindo a promover a chamada "cozinha espanhola" que se tem traduz na realização de acções envolvendo a promoção de vinhos juntamente com a de outros produtos ali...

Crise internacional está a afectar exportações de vinhos franceses

Segundo dados da Federação Francesa de Vinhos, anunciados na recente edição da feira VINEXPO (Bordéus), as exportações de vinhos franceses deverão diminuir cerca de 20%, em 2009, com as quebras a fazerem-se sentir, fundamentalmente, nos mercados do Reino Unido e dos EUA. Resultados animadores vêm sobretudo da Ásia. Para além disso, um estudo da SOPEXA - entidade de apoio às exportações de vinhos e produtos alimentares franceses, revela que, devido ao preço de venda, os vinhos deste país estão a enfrentar problemas de atractividade nos mercados internacionais, mas que são, todavia, atenuados pela grande notoriedade e imagem internacional este produto. Mais oportunidades para os vinhos portugueses nos mercados do Reino Unido e dos EUA, países "core" do relatório Porter?