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Fórum Empresarial Luxemburgo-Portugal, 5 e 6 de novembro 2024, Luxemburgo

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Nos próximos dias  5 e 6 de novembro de 2024 , irá decorrer, no Luxemburgo, o  Fórum Empresarial Luxemburgo-Portugal , organizado pela AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, Chambre de Commerce du Luxembourg , em estreita colaboração com a Embaixada de Portugal no Luxemburgo e Embaixada do Luxemburgo em Portugal. Esta iniciativa surge no seguimento de anteriores ações de promoção e de dinamização das relações económicas Luxemburgo-Portugal, em que a AICEP esteve diretamente envolvida, nomeadamente a missão económica, realizada em maio de 2022, por ocasião da visita oficial a Portugal dos Grão-Duques do Luxemburgo a Portugal e da participação de Portugal, enquanto país-convidado, nos  Luxembourg Internet Days , em novembro de 2023, um dos maiores eventos dedicado às tecnologias de informação e comunicação que se realiza anualmente no Grão-Ducado. Fileiras/Setores em destaque: O Fórum Empresarial Luxemburgo-Portugal irá centrar-se em três fileir...

Página de Linkedin - aicep Portugal Global | Belgium

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A equipa da Delegação da AICEP em Bruxelas, em articulação com os serviços centrais da Agência, acabou de lançar uma página própria de Linkedin para a para promoção económica e empresarial de Portugal neste mercado. Siga aqui a página e fique a par dos updates ! Muito obrigado!

As oportunidades de negócios nos mercados da Parceria Oriental da União Europeia

A Parceria Oriental (" Eastern Partnership "), é uma iniciativa conjunta lançada, em 2009, pela União Europeia (UE) e por um conjunto de seis  países da Europa Central e Oriental e do Sul do Cáucaso (Arménia, Azerbaijão, Bielorrússia, Geórgia, Moldávia e Ucrânia). Esta parceria visa reforçar a presença da União Europeia nas suas fronteiras orientais, garantindo maior segurança e estabilidade numa região que tem atravessado, desde o desmembramento da União Soviética, um conjunto de conflitos e que enfrenta grandes desafios na via da democracia e do Estado de Direito. O Eurostat acaba de publicar uma análise económica dos países da Parceria Oriental e das suas relações comerciais com os países da União Europeia (pode ver aqui ). Se em 2004, as exportações de bens da UE para os países da Parceria Oriental, que têm uma população total de 75,2 milhões de habitantes, representavam 16 365 milhões de euros, em 2014 já atingiam 33 069 milhões de euros. Os principais mercados de e...

Câmara de Comércio Polónia-Portugal recebeu prémio "Câmara de Comércio do Ano 2014"

Como já havia referido várias vezes neste blogue, como por exemplo   aqui ,   aqui e aqui , a Câmara de Comércio Polónia-Portugal, com sede em Varsóvia,  e liderada, desde a sua criação, por Pedro Pereira da Silva (Grupo Jerónimo Martins), constitui um " case study " do associativismo empresarial português no estrangeiro pelo dinamismo da sua actividade e pela orientação estratégica que tem seguido no apoio à internacionalização de empresas portuguesas e polacas e na promoção dos interesses económicos e empresariais nacionais na Polónia. Desta vez, e na IV Reunião Anual da Câmaras de Comércio Portuguesas que teve lugar no Harvard Club, em Nova Iorque, a Câmara de Comércio Polónia-Portugal recebeu o prémio "Camara de Comércio Portuguesa do Ano 2014". Esta é a primeira edição deste prémio lançado pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa e pela CIEP-Confederação Internacional dos Empresários Portugueses, com o apoio da AICEP e da Secretaria...

Estudo da Fundação Dom Cabral (Brasil) revela que 25% das “startups” brasileiras cessam a sua actividade em menos de 1 ano

A Fundação Dom Cabral, a 1ª escola de negócios da América Latina e a 23ª no ranking de 2014 do Financial Times sobre as melhores escolas de negócios do mundo, investigou as causas da “mortalidade” das “startups” brasileiras (empresas inovadores e com forte incorporação tecnológica) e concluiu que 25% destas empresas cessam a sua actividade antes de atingirem o 1º ano de actividade e cerca de 50% não chegam a atingir 4 anos de actividade. De acordo com este estudo, onde foram entrevistados os fundadores de 221 “startups” (130 “startups” em operação e 91 já descontinuadas), as principais causas da descontinuidade ou encerramento destas empresas têm a ver, sobretudo, com três tipos de factores: - “ O primeiro é o número de sócios : a cada sócio a mais que trabalha em tempo integral na empresa, a chance de descontinuidade da startup aumenta em 1,24 vez. Ou seja, quanto mais fundadores à frente da startup, maiores as suas chances de ‘morrer’ . “ - “ Outro fator avaliado é o v...

Nova pauta aduaneira angolana

Uma nova pauta aduaneira está, desde o início do ano, em vigor em Angola . Esta nova pauta aduaneira veio introduzir algumas significativas alterações no regime de importação angolano com o aumento das taxas e dos direitos aduaneiros sobre um conjunto de produtos importados do exterior e que na maior parte dos casos já são produzidos nesse país. Com esta medida, as autoridades angolanas pretendem, fundamentalmente, proteger e promover o desenvolvimento da sua indústria, através da substituição das importações pela produção local. É uma decisão que vai ter consequências importantes na estruturação do tecido empresarial angolano, mas também ao nível do comércio externo deste país, quer no que se refere à tipologia dos produtos importados, e respectivos países fornecedores, quer no que diz respeito aos produtos que a médio-longo prazo passarão a ser exportados pelas empresas angolanas. Ou seja, esta nova pauta aduaneira vai ter implicações directas no pe...

Banca em África: os níveis de bancarização em Angola e em Moçambique

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  Fonte: The Economist   Se ainda restavam algumas dúvidas sobre o papel estruturante da banca portuguesa ao nível dos sistema bancário dos PALOP - Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, e particularmente em Angola e em Moçambique, um artigo recente da revista The Economist, que pode ver aqui , revela que Moçambique e Angola são dos países da África Subsaariana com taxas mais elevadas de bancarização (neste caso, o indicador é a % da população com mais de 15 anos e com uma conta bancária numa instituição financeira). Com efeito, os bancos portugueses, em alguns casos com parceiros locais, foram as primeiras instituições bancárias estrangeiras a instalarem-se em Angola e em Moçambique, a partir do inicio da década de 90 do século passado, e rapidamente expandiram a sua actividade contribuindo decisivamente para o processo de abertura e de expansão da economia destes países.  

Anúncio publicitário da cadeia de distribuição alimentar Biedronka na Polónia

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Anúncio publicitário de excelente qualidade da cadeia de distribuição alimentar Biedronka (Grupo Jerónimo Martins) na Polónia.

A desistência da venda do BCP na Polónia e as relações económicas Polónia-Angola

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Foto: Pedro Elias/Negócios Quando no Verão se anunciou a intenção de venda da operação do BCP/Millennium na Polónia tive oportunidade de referir aqui as consequências negativas desta decisão para um conjunto de “stakeholders”, e nomeadamente para as empresas portuguesas envolvidas ou potencialmente interessadas no processo de internacionalização para o mercado polaco e outros mercados da Europa Central e Oriental. Daí que a notícia da desistência, por ora, da venda do Millennium Bank é uma boa noticia! Agora, é tempo do BCP/Millennium recuperar o tempo perdido, pois com certeza muitas decisões estratégicas do banco ficaram nestes últimos meses a aguardar o desfecho deste processo de venda, e de   reforçar a aposta na divulgação das oportunidades de negócios existentes na Polónia, para os seus clientes portugueses, e em Portugal, para os seus clientes polacos, contribuindo assim para o crescimento e sustentabilidade das relações económicas entre os dois países. Po...

A internacionalização das empresas e das marcas angolanas: o caso do refrigerante da marca "Blue"

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O "Blue" é uma marca de refrigerantes produzida pela empresa angolana de bebidas Refriango e que começou ser exportado, em finais de 2010, para Portugal. Talvez tenha sido a primeira marca angolana de produtos de grande consumo a ser exportada para a Europa, e nomeadamente para Portugal. Para este facto não será alheio a existência de capitais portuguesas na estrutura accionista da Refriango e a crescente importância da diáspora angolana residente em Portugal. Para além disso, os responsáveis de marketing desta empresa estão de parabéns, pois logo no ano de entrada em Portugal conseguem que a marca "Blue" esteja associada a um feito desportivo de grande relevância nacional. Com efeito, a  equipa de voleibol da Associação de Jovens de Fonte Bastardo (na foto), da Ilha Terceira, Açores, patrocinada pela "Blue", sagrou-se, pela primeira vez, campeão nacional na época de 2010/2011.   Esta aposta acertada da Refriango na equipa de F...

A propósito da entrada do Grupo Jerónimo Martins na Colômbia

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O Grupo Jerónimo Martins (JM) anunciou esta semana que a Colômbia vai ser o seu novo mercado de expansão internacional, depois de Portugal e da Polónia . Nos próximos 3 anos, o Grupo Jerónimo Martins estima investir cerca de 400 milhões de euros no mercado colombiano. É uma aposta forte de um grupo empresarial que é hoje uma referência mundial no sector da distribuição alimentar . Por sua vez, a Colômbia com 44 milhões de habitantes e uma taxa de crescimento bastante robusta,  é um dos mercados emergentes que oferece maiores potencialidades de negócios em vários sectores de actividade económica. Esta é também uma noticia que poderá suscitar interesse a algumas empresas portuguesas que apostam nos mercados da América Latina, e nomeadamente na Colômbia, para a sua expansão internacional. A exemplo do que se verificou com a entrada e posterior expansão do Grupo Jerónimo Martins na Polónia, este novo investimento vai criar oportunidades de negócios que...

It’s time for São Tomé!

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Na sequência das últimas eleições presidenciais realizadas em São Tomé e Príncipe , a revista "The Economist" dedica um artigo a este arquipélago a que chama "Sao Tome and Principe: The Chocolate Islands". É um artigo que chama a atenção para as potencialidades económicas existentes em São Tomé e Príncipe, sobretudo nos sectores do turismo e da exploração petrolífera. Mais, a "The Economist" considera que "It´s time for São Tomé!". É uma posição que partilho. No entanto, adiantaria que para São Tomé e Príncipe entrar numa nova fase de desenvolvimento e económico e social é necessário  que haja, em primeiro lugar, estabilidade política, a par de um melhor  funcionamento das instituições (ou seja, "melhor governação").  Depois, o governo terá de tentar superar as dificuldades existentes ao nível das infra-estruturas do país e também as debilidades do sistema de educação/formação (a questão da malária, julgo que tenderá a resolver-...

Português lidera ranking da edição polaca da revista Forbes

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Como já  aqui e aqui referimos, a Eurocash, empresa polaca com capitais portugueses, tem uma posição bastante relevante no contexto da economia deste país da Europa Central e Oriental. Mas, desta vez também é noticia o seu CEO e principal accionista, Luís Amaral (na foto). Com efeito, e de acordo com a edição polaca da revista Forbes , Luís Amaral ocupa, pela primeira vez,  o 1º lugar deste ranking , à frente de um conjunto de outros bem sucedidos empresários polacos. Daqui envio os votos de parabéns e de continuação de sucessos!

Más noticias para a a economia portuguesa: Millennium/BCP coloca hipótese de venda da sua operação na Polónia

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Num post colocado há dias, fiz uma referência aos principais bancos estrangeiros nos mercados da Europa Central e Oriental e à actividade dos bancos portugueses nesta região, nomeadamente ao banco detido pelo Millennium/BCP na Polónia ( Bank Millennium). A imprensa de hoje dá conta da provável venda desta operação . Estão a ser avançadas várias explicações para esta intenção que vão desde a situação financeira do Grupo Millennium/BCP, às recomendações/imposições da “troika” sobre a necessidade de alavancagem do sistema bancário português às novas prioridades de alguns dos accionistas de referência desta instituição, leia-se a petrolífera angolana Sonangol. De acordo com a mesma notícia, o Millennium/BCP vai agora passar a concentrar as suas atenções no mercado doméstico e também em Angola, Brasil, Moçambique e China. Pela relevância deste anúncio não apenas para o Grupo Millennium/Bcp, mas também para a economia e para as empresas portuguesas, vale a pena contextualizar e...

Banca estrangeira na Europa Central e Oriental

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Fonte: The Economist Num artigo recente a revista The Economist , chamava a atenção para a forte presença e envolvimento de 3 bancos estrangeiros - o Unicredit (Itália), Raiffensein Bank International (Áustria) e Erste (Áustria) - em diversos países da Europa Central e Oriental. Estes bancos iniciaram e/ou reforçaram as suas operações nesta região, logo após a queda do muro de Berlim, em 1989, souberam aproveitar e beneficiar das oportunidades de negócios que surgiram nos últimos anos e têm hoje uma enorme margem de progressão e de expansão devido ao potencial de crescimento dessas economias e às baixas taxas de bancarização existentes na Europa Central e Oriental. Mas não deixa de ser interessante constatar, apesar da proximidade geográfica e do peso das relações históricas, a forma muito hábil e inteligente como os sucessivos governos austríacos, acompanhados pelas suas empresas e associações empresariais, não tiveram dúvidas sobre o interesse estratégico da Europa Ce...

Turquia: mercado de aposta na internacionalização empresarial

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As oportunidades de negócios e de investimento existentes na Turquia estão a suscitar um forte interesse das empresas portuguesas, em linha com uma tendência internacional que se tem vindo a consolidar nos últimos tempos. A Sonae foi a última empresa que publicamente veio anunciar que a Turquia faz parte dos seus mercados de expansão, a par de Angola,  depois de uma outra grande empresa nacional, a Brisa, ter também manifestado o interesse em realizar investimentos na rede de auto-estradas turcas numa estratégia que, a longo prazo, possa permitir transformar este país no seu segundo mercado doméstico. Mas o acompanhamento da evolução da economia turca não está a ser apenas efectuado por empresas e instituições europeias ou de países mais próximos, do ponto de vista de vista geográfico ou cultural. A New Zealand Trade & Investment (NZTE), entidade neo-zelandesa congénere da AICEP, considera que  "over the next decade ...

Sonangol compra ESCOM (Grupo Espirito Santo)

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A Escom , sociedade detida pelo Grupo Espirito Santo, é,  provavelmente, a empresa portuguesa com a posição mais forte, mais diversificada e mais consolidada no mercado de Angola, tendo também  ramificações a outros países da região (Congo, Namibia, Malawi e África do Sul). Em Angola, tem interesses nos sectores imobiliário, comunicação social, transporte aéreo, diamantes, banca e serviços financeiros, trading, pescas, construcção civil,  cimentos, saúde, entre outros. Toda esta posição foi construída, ou se quisermos foi "reconstruída", já que o GES tinha uma posição muito forte em Angola antes da sua Independência, a partir de 1993, e deve-se, em grande parte, ao trabalho realizado pelo líder da empresa, Helder Bataglia, que em momentos determinantes deste processo de expansão empresarial foi persistente, soube correr riscos e evidenciou uma grande capacidade de gestão, negociação e de estabelecimento de...

Tunísia: a dependência económica externa e o relacionamento com Portugal

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No post anterior , chamámos a atenção para a grande dependência externa da economia tunisina,  nomeadamente do investimento directo estrangeiro e das receitas oriundas do sector do turismo. Para ilustrar esta situação, preparámos uma sintética análise das relações comerciais e de investimento da Tunísia e também do relacionamento económico deste país com Portugal que teve por base a consulta a diversas fontes nacionais  e estrangeiras (Aicep, UNCTAD, OMT, entre outras): Ao nível do comércio externo, a União Europeia é o principal parceiro comercial da Tunísia, tendo representado, em 2008, cerca de 72% das exportações e 57% das importações tunisinas. Em termos de países, destacam-se a França e a Itália que foram o destino de cerca de 49% das vendas e a origem de 36% das compras tunisinas ao exterior. A Alemanha e a Espanha ocuparam, respectivamente, a 3ª e 4ª posição no ranking de clientes, mas enquanto fornecedores foram ultrapassados, em 2008, pela Rússia...

Câmara de Comércio Polónia-Portugal lança estudo "The Forces Behind The Portuguese Investment in Poland"

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Acabei de receber a newsletter nº 6 da da Câmara de Comércio Polónia-Portugal (PPCC). Uma newsletter que recomendo a todos aqueles que pretendam iniciar negócios na Polónia, acompanhar a presença empresarial portuguesa ou tomarem conhecimento do que mais relevante se passa ao nivel da economia e dos negócios neste país da Europa central e Oriental. No entanto, neste número da newsletter da PPCC um assunto chamou-me particular atenção: a "survey" realizada  conjuntamente por esta associação empresarial e pela consultora TPA Horwat junto das empresas polacas com capitais portugueses e que foi apresentada, em Varsóvia, no passado mês de Maio, numa conferência  intitulada “The Forces Behind the Portuguese Investment in Poland”. O evento contou com a presença de destacadas personalidades, nomeadamente de Carlos Costa, na altura Vice-Presidente do Banco Europeu de Investimento e actualmente Governador do Banco de Portug...

Mota Engil expande-se na Polónia: em linha com a estratégia da empresa e com as tendências dos mercados internacionais

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A Mota Engil anunciou mais uma aquisição na Polónia, desta vez a compra de 93% da empresa de construção PRD-M LUBLIN por cerca de seis milhões de euros . É a 2ª aquisição que a Mota Engil faz na zona de Lublin , depois de no inicio das suas operações no mercado polaco ter também adquirido uma outra empresa de construção civil situada nesta região oriental da Polónia, já próxima da fronteira com a Ucrânia. Como refere a imprensa de hoje, esta nova aquisição "está em linha com a estratégia da empresa", a que acrescentaríamos que segue também as principais tendências internacionais em termos de investimento estrangeiro na Europa Central e Oriental. Sobre esta dimensão relacionada com o mercado, ainda há dias a Câmara de Comércio e Industria Polaco-Alemã, sediada em Varsóvia, tornava públicos os resultados de uma "survey" realizada junto do universo das empresas polacas com capitais alemães que apontavam para o facto destas  empresas continuar...