quarta-feira, 9 de junho de 2021

Seminário “Portugal-Belgium: Business and Investment Opportunities”, 23 de junho de 2021

 


aicep Portugal Global vai organizar, no próximo dia 23 de junho, um seminário intitulado “Portugal-Belgium: Business and Investment Opportunities”, em formato híbrido. A língua de trabalho será o inglês.

Esta iniciativa irá apresentar dados recentes sobre a competitividade de Portugal para a captação de investimento estrangeiro, casos representativos de empresas belgas com investimentos relevantes em Portugal e sectores de oportunidade de investimento, bem como as respetivas tendências.

No decorrer do evento serão apresentados pela EY os resultados do barómetro anual sobre Portugal -  “FDI Attractiveness Survey Portugal 2021”.

Esta iniciativa será difundida via livestream através do Zoom no próximo dia 23 de junho de 2021 – entre as 09:00 – 11:10 (Portugal) – 10:00-12:10 (Bélgica). Consulte o programa aqui.

Caso esteja interessado em assistir, a participação é gratuita, mas sujeita a registo prévio aqui.

sábado, 13 de março de 2021

Persistent COVID-19: Exploring potential economic implications, Olivier Blanchard (PIIE) and Jean Pisani-Ferry (PIIE)


                                                                  Foto: Stephane de Sakutin/AFP

Partilho uma análise de Olivier Blanchard e de Jean Pisani-Ferry sobre possíveis consequências económicas da persistência do Covid-19 nas nossas sociedades no contexto do surgimento de novas variantes do vírus Sars-CoV-2.

" When the COVID-19 crisis spread in early 2020, many economists who stepped forward with projections of its impact assumed that a one-time shock would be followed eventually by a return close to the status quo. Views have differed since then regarding both the time it would take to produce vaccines and the extent of potential economic scarring, but, until the last few months, few outside the public health community seriously contemplated the possibility that the pandemic could persist on a significant scale.

The emergence of new variants of SARS-CoV-2, the virus that causes COVID-19, has made this assumption questionable. (…) As our colleagues Chad P. Bown, Monica de Bolle, and Maurice Obstfeld explain in a recent post, the periodic emergence of new, potentially dangerous variants will remain a serious threat so long as parts of the world lack access to effective vaccines.

(...) If COVID-19 persists and keeps threatening lives, two scenarios then seem possible. The first is recurrent waves of infection, leading governments to oscillate between imposing and lifting sanitary measures in response to the ups and downs of the disease. The second is a “zero COVID” scenario: sharp and sustained containment policies at the start, followed by milder sanitary measures combined with systematic tracing and testing to maintain a very low infection level thereafter.

(...) We see three main economic implications of a scenario of recurrent outbreaks. The first is lasting border restrictions, as countries try to protect themselves from infections elsewhere. The second is the likelihood of repeated confinements. The third is enduring effects on the composition of both supply and demand."

Ver mais aqui.

domingo, 29 de novembro de 2020

Angola - Inauguração da Academia Diplomática Venâncio de Moura

 


                                                                      Foto: ANGOP/Angola

O Presidente de Angola,  João Lourenço, inaugurou, no passado dia 12 de Novembro, a Academia Diplomática Venâncio de Moura que substitui, no âmbito da recente reforma curricular do ensino superior público angolano, o Instituto de Relações Internacionais Venâncio da Silva Moura. A Academia Diplomática irá dedicar-se ao ensino de nível universitário nas áreas das relações internacionais e da diplomacia, e também ao apoio ao Ministério das Relações Exteriores de Angola na realização de ações de formação especificas para os seus funcionários.

Venâncio de Moura (1942-1999) foi um destacado diplomata e dirigente do MPLA, natural da Província do Uíge (norte de Angola). Fez parte dos grupos de ativistas que lutaram pela independência de Angola, e já depois da Independência do país em 1975, dedicou 23 anos da sua vida à diplomacia angolana, primeiro como Embaixador em Itália e depois como Vice-Ministro e Ministro das Relações Exteriores (1992-1999), em períodos difíceis e bastante determinantes da evolução política em Angola (guerra civil angolana, tendo sido o signatário dos Acordos de Lusaka, em nome do governo angolano liderado, na altura, pelo Presidente Eduardo dos Santos), na África Central e Austral (Independência da Namíbia, em 1990;  fim do regime do apartheid na África do Sul, em 1994; morte do Presidente Mobutu Sese Seko, em 1997, e inicio da guerra civil no Zaire/Congo; instabilidade política no Zimbabwe; entre outros acontecimentos internacionais) e até no espaço lusófono (crises políticas em S. Tomé e Príncipe e na Guiné-Bissau).

Esta foi uma merecida homenagem do Estado Angolano a Venâncio de Moura, e também à sua família, nomeadamente à tia Mariana (viúva), e também ao Nsady (filho), pelos anos em que esta acompanhou bastante de perto a atividade profissional do marido e por toda a sua dedicação, implicação e amor a Angola.

terça-feira, 24 de novembro de 2020

Até sempre, António!


                                                                  Fonte: Lusopress/França

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Página de Linkedin - aicep Portugal Global | Belgium



A equipa da Delegação da AICEP em Bruxelas, em articulação com os serviços centrais da Agência, acabou de lançar uma página própria de Linkedin para a para promoção económica e empresarial de Portugal neste mercado. Siga aqui a página e fique a par dos updates! Muito obrigado!


domingo, 13 de outubro de 2019

Estudo do CaixaBank aponta os mercados internacionais com maior potencial para a internacionalização das empresas espanholas

" The CIBI 2019 (CaixaBank Index for Business Internationalisation) is an index that ranks foreign countries according to their internationalisation potential from the perspective of Spanish companies. The index is developed by analysing the main aspects that determine the decision made by these Spanish companies to expand internationally into a specific country.

The ICIE brings together the key aspects that determine the decision to expand internationally into five pillars, which help assess the strengths and weaknesses of each country. The five pillars are: (i) the degree of accessibility to the market of each country, (ii) the ease of operating in each market, (iii) the commercial attractiveness, (iv) the financial and innovative environment and (v) the institutional and macroeconomic stability".


De acordo com este excelente trabalho do CaixaBank, grupo bancário espanhol e principal accionista do banco português BPI, os 10 mercados que oferecem melhores condições para a internacionalização das empresas espanholas são os seguintes (em que está em () representa a % média dos 5 pilares anteriormente referidos) :

- França (84)
- Reino Unido (84)
- EUA (82)
- Holanda (81)
- Alemanha (80)
- Portugal (80)
- Itália (78)
- Suiça (78)
- Bélgica (73)
- Irlanda (72)

Nos primeiros lugares deste ranking surgem fundamentalmente países da União Europeia, com excepção dos EUA, mas numa análise mais alargada deste estudo vemos também em posição de destaque alguns mercados extra-comunitários, como a China (69), Coreia do Sul (68), Turquia (68), México (67), Japão (65), Marrocos (64), Rússia (63), Chile (63) e Brasil (61). 

Em termos gerais, e se acrescentarmos os PALOP, estes países têm também constituído, nos últimos anos, os principais mercados de internacionalização das empresas portuguesas, ao nível das exportações, do investimento directo no estrangeiro e até na captação de investimento estrangeiro, sinal das interdependências e das convergências de posicionamento internacional das economias e das empresas portuguesas e espanholas.

domingo, 4 de agosto de 2019

Campanha de Promoção de Portugal em França - "Sous de Soleil du Portugal"/"Agenda Portugal à Paris"



O número de Julho da revista Portugalglobal da AICEP faz um destaque à campanha de promoção de Portugal em França dinamizada pela AICEP, Turismo de Portugal e Embaixada de Portugal em França e que teve lugar entre os dias 6 de Maio e 25 de Junho de 2019, em Paris e em que estive directamente envolvido. 

Esta campanha integrou a  ação "Sous le Soleil du Portugal" que teve lugar no department store BHV Marais (Grupo Galeries Lafayette) e as iniciativas complementares de "cross-selling", promovidas sob a designação de "Agenda Portugal à Paris", e que envolveram 26 entidades francesas e portuguesas. Veja mais informações sobre este assunto aqui e aqui.

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Algumas das "Grandes Écoles" francesas vão abrir o seu capital a investidores privados

A Chambre de Commerce et d’Industrie de Région Paris - Île-de-France (CCIDF)  que representa mais de 800 000 empresas da região de Île-de-France, região composta por 8 departamentos e onde se integra a cidade de Paris, é uma das 163 "chambres de commerce et d’industrie françaises (CCI's)". Em França, estas entidades constituem estabelecimentos públicos de "caracter administrativo" e são financiadas e apoiadas pelas empresas e pelo Estado.

A CCIDF possui 19 estabelecimentos de ensino com mais de 32 400 alunos, entre as quais se contam algumas das mais melhores e mais prestigiadas escolas ("Grandes Écoles") de gestão, hotelaria, engenharia, artesanato e imagem e televisão francesas como a HEC Paris, ESSEC, ESCP Europe, Ferrandi, Gobelins, La Fabrique, ESIEE Paris.

Na sequência de uma alteração recente das regras de financiamento das CCI's, realizada pelo Ministro da Economia francês, Bruno Le Maire, a CCIDF decidiu alterar o modelo de funcionamento destes estabelecimentos de ensino, e vai abrir o capital das mesmas à iniciativa privada. Para o efeito  vai ser criada uma holding, onde a CCIDF vai ficar com 51% do capital de cada escola, e onde um acionista não poderá deter mais de 33% do capital, não havendo lugar à distribuição de dividendos. Em relação a investidores estrangeiros interessados na entrada do capital, haverá, em principio, a limitação de entrada a 10% ou 15% do mesmo, com o necessário acordo da entidade gestora do estabelecimento de ensino e da associação dos antigos alunos.

A prevista abertura do capital dos referidos estabelecimentos de ensino superior, está a suscitar interesse junto de investidores franceses, como instituições bancárias e "family offices", mas também de investidores estrangeiros da China e do Qatar.

domingo, 2 de dezembro de 2018

A importância das (boas) relações diplomáticas entre países nas decisões de investimento directo no estrangeiro das empresas

Num artigo recente publicado no Journal of International Business Studies, designado “Diplomatic and corporate networks: Bridges to foreign locations” (que pode ser acedido aqui), um grupo de investigadores, nomeadamente Jing Li, Klaus E. Meyer, Hua Zhang e Yuan Ding, referem o seguinte:
"Firms and governments operate in broad networks in which the home government and its diplomatic service are a critical node – or a “referral point” – between firms and potential partners in foreign locations. Thus diplomatic relations between countries matter for the choice of foreign investment location. Using a network perspective, we argue that the extent to which good diplomatic relations induce firms to invest in friendly host countries depends on their political connections to home governments. Those with stronger ties to home governments can better access and leverage intergovernmental diplomatic connections, thus benefiting potentially from enhanced access to information, reduced political risks, and increased legitimacy”.
Trata-se de uma investigação que teve por base a análise das decisões de investimento no exterior de empresas chinesas e que surge num momento particularmente relevante caracterizado por uma grande instabilidade ao nível das relações comerciais internacionais, e de alguns dos acordos que as enquadram, e em que vários países europeus, entre os quais Portugal, tentam reforçar as suas ligações politicas e económicas, e as acções da chamada “diplomacia económica”, com um conjunto de países, alguns deles extra-comunitários.

domingo, 11 de novembro de 2018

A atractividade das universidades norte-americanas e chinesas: os avanços do "soft power" chinês


A revista Foreign Policy destaca num artigo recente, designado "Forget Stanford, Tsinghua Beckons", a crescente atractividade para estudantes internacionais das universidades chinesas em relação às suas congéneres norte-americanas, apesar dos EUA ainda constituírem o principal hub mundial nesta área. 

Em 2016, mais de 1 milhão de estudantes internacionais estavam matriculados em instituições de ensino superior nos EUA, contra cerca de 500 000 estudantes na China. Mas as coisas parecem se estar a alterar, ainda que de uma forma muito discreta, mas sustentada, sobretudo ao nível dos estudantes oriundos de países dos Continentes africano e asiático.

A autora do artigo, Charlotte Yang, conclui "Yet, if China’s ambitions in Africa and Asia in fact come to fruition, the United States may one day wake up to discover a generation of leaders and elites in those countries who are more familiar—and comfortable—with Beijing than New York".

sábado, 14 de julho de 2018

18 de Julho - Nelson Mandela International Day 2018


No próximo dia 18 de julho comemora-se o Nelson Mandela International Day 2018 que assinala o centenário do nascimento (18 de julho de 1918) deste grande Homem e personalidade política universal. Esta deve também ser uma ocasião para todos refletirmos sobre a vida e o legado que Nelson Mandela nos deixou. Para assinalar esta data, deixo aqui a homenagem, e também a extraordinária interpretação, de  Johnny Clegg  a Nelson Mandela, e a outros destacados membros do ANC (Partido do Congresso Nacional Africano) e da luta anti-apartheid na África do Sul  - "Asimbonanga".
 

domingo, 3 de junho de 2018

Eurostat: A mobilidade de trabalhadores na União Europeia (2017)


O Eurostat divulgou no passado dia 28 de maio um comunicado de imprensa sobre a mobilidade de cidadãos na União Europeia em idade activa (entre os 20 e os 64 anos), tendo por referência o ano de 2017, e em que nos parecem muito relevante os seguintes dados:

- "Au total, 3,8% des citoyens de l’Union européenne (UE) en âge de travailler (20-64 ans) résidaient dans un autre État membre que celui dont ils avaient la citoyenneté en 2017. Cette part a progressé par rapport aux 2,5% d’il y a dix ans. La situation varie considérablement selon les États membres, et la proportion s’échelonne entre 1,0% des citoyens en âge de travailler dans le cas de l’Allemagne et 19,7% dans celui de la Roumanie".
 
- "La mobilité est généralement plus forte parmi les diplômés de l’enseignement supérieur que dans le reste de la population. Ainsi, 32,4% des citoyens de l’UE « mobiles » sont des diplômés de l’enseignement supérieur, contre 30,1% pour la population de l’UE dans son ensemble".

 - (La plus forte mobilité est observée pour les Roumains et les Lituaniens) - "En 2017, les ressortissants roumains qui étaient en âge de travailler (20-64 ans) et qui résidaient à l’étranger au sein de l’UE représentaient environ un cinquième (19,7%) du nombre de leurs compatriotes résidant en Roumanie. Suivaient les ressortissants lituaniens (15,0%), croates (14,0%), portugais (13,9%), lettons (12,9%) et bulgares (12,5%)".
 
- "Les États membres de l’UE ayant la plus faible proportion de citoyens « mobiles » (par rapport à la population totale du pays) sont l’Allemagne (1,0%), le Royaume-Uni (1,1%), la Suède et la France (1,3% chacune)".
 
- " Dans la plupart des cas, la proportion des personnes disposant d’un diplôme de l’enseignement supérieur est plus élevée parmi les ressortissants en âge de travailler qui vivent dans un autre pays de l’UE population que parmi leurs compatriotes vivant dans leur pays de citoyenneté. C’est le cas en particulier en France (62,5% des Français vivant dans un autre État membre ont un diplôme de l’enseignement supérieur, contre 34,6% pour la population résidente de la France) et en Allemagne (54,5%, contre 26,7%)".

- "Dans six États membres toutefois, c’est la population restée au pays qui affiche une plus forte proportion de diplômés de l’enseignement supérieur: en Bulgarie, en Croatie, au Portugal et dans les trois États baltes (Lettonie, Estonie et Lituanie)".

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Le made in Portugal a le vent en poupe, Les Echos

O diário económico francês Les Echos, através da sua jornalista Cecile Thibauld, dedicou no passado dia 31 de janeiro, um artigo sobre a evolução económica recente em Portugal com sugestivo título "Le made in Portugal a le vent en poupe" (que pode ver aqui). 

Na opinião da referida jornalista, "Après des années de récession et d'austérité, le Portugal a retrouvé le chemin de la croissance tout en se modernisant. (...) C'est un mix de relance et de flexibilité du marché du travail, à la scandinave, qui a relancé la consommation et redynamisé l'économie du pays, portée à la fois par le boom du tourisme et par les exportations ".

Trata-se de uma análise muito importante e oportuna sobre a competitividade da economia e das empresas portuguesas e com efeitos relevantes ao nível da imagem de Portugal em França, um mercado incontornável para as exportações nacionais (2º cliente mundial de Portugal, ao nível das exportações de bens e serviços) e para a captação de investimento direto estrangeiro (juntamente com a Alemanha, a França é um emissor de investimento estrangeiro para Portugal preponderante ao nível do investimento produtivo na área dos bens transacionáveis).

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

PME’s portuguesas têm um peso de 56% nas exportações em valor para o espaço da União Europeia (2015)


O EUROSTAT acaba de publicar um conjunto de dados, referentes a 2015, sobre a posição das pequenas e médias empresas (PME’s) no comércio de bens no espaço da União Europeia. Este trabalho indica que as PME’s  (empresas com menos de 249 trabalhadores) representam 44,6% das exportações intra-europeias em valor, enquanto as grandes empresas (+ de 250 trabalhadores) são responsáveis por 55,4%. Já no que se refere às importações, as PME´s têm um peso de 50,9% e as grandes empresas contribuem com 49,1%.  

Em 5 países da União Europeia, as PME’s  geram mais de 2/3 do valor total das exportações de bens no espaço intra-europeu: Chipre (88,1%), Letónia (81,2%), Bélgica (70,2%), Estónia (68,1%) e Holanda (66,5%).  Em sentido oposto, com as PME’s a representarem menos de 1/3 do valor das exportações de bens no interior da União Europeia, temos países como a França (21,4%) - o valor mais baixo dos países da União Europeia e onde a posição das grandes empresas é dominante -, Alemanha (26,1%), Eslováquia (29,9%) e Irlanda (32,3%).

Do lado das importações, num grande maioria dos países membros da União Europeia, pelo menos metade das importações em valor intra-europeias são realizadas por PME’s. Destacam-se neste âmbito as importações realizadas pelas PME’s da Letónia (84,6% do total), Chipre (81,5%), Estónia (78,6%), Lituânia (78%) e Malta (76,6%).

No caso de Portugal, as PME’s asseguram 56% das exportações de bens, em valor, do país para o espaço da União Europeia enquanto as importações realizadas pelas PME’s têm um peso de 70,8%, o que permite evidenciar o papel muito relevante que estas empresas ocupam (também) ao nível do comércio externo nacional.

domingo, 17 de setembro de 2017

Comissão Europeia arranca com o processo de negociação de acordos comerciais com a Austrália e Nova Zelândia

No passado dia 13 de setembro, a Comissão Europeia iniciou os procedimentos para o arranque das negociações com a Austrália e a Nova Zelândia com vista ao estabelecimento de acordos comerciais. 

A Comissão Europeia apresentou ao Conselho Europeu duas recomendações, juntamente com as propostas de mandatos de negociação, e de seguida irá solicitar autorização formal aos Estados-Membros para o começo das negociações que se espera virem a terminar no final do seu mandato. Veja aqui algumas das razões que poderão justificar a celebração destes acordos.

sábado, 15 de julho de 2017

Inquérito a empresas exportadoras aponta para aumento nominal de 7,5% das exportações portuguesas de bens em 2017

 
Em termos metodológicos, "IPEB incide sobre uma amostra de empresas exportadoras de bens em atividade, localizadas em Portugal, que declararam valores de exportação nas estatísticas do Comércio Internacional de Bens (CI) no ano 2015 superiores a 250 000€ (soma do Comércio Intra-UE (via Sistema Intrastat) e do Comércio Extra-UE (via Declarações Alfandegárias)) ou no ano 2016 no caso de novas empresas exportadoras", tendo sido realizado junto de uma amostra de 3 022 empresas, que representavam cerca de 90% das exportações nacionais de bens". 
 
De acordo com os resultados deste inquérito, "as empresas exportadoras de bens perspetivam um crescimento nominal de 7,5% das suas exportações em 2017, revendo 2,2 pontos percentuais (p.p.) em alta a 1ª previsão indicada em novembro de 2016. Esta revisão resulta da atualização das expetativas das exportações para ambos os tipos de comércio: +2,3 p.p. nas exportações Extra-UE, para uma variação de 11,2% e +2,2 p.p. nas exportações Intra-UE, para +6,3% de crescimento nominal".
 
Na primeira previsão de 2017 do IPEB, que foi realizada em novembro de 2016, as empresas exportadoras inquiridas perspetivavam um aumento nominal de 5,3% das exportações de bens em 2017.