Richard Branson (na foto), o empresário inglês e fundador do Grupo Virgin continua a surpreender o mundo dos negócios com novas e singulares iniciativas. Desta vez, é noticia a inauguração em Montego Bay, Jamaica, do segundo Branson Centre of Entrepreneurship (o primeiro destes Centros foi criado em 2005, em Joanesburgo, África do Sul). Este Centro irá ter actuar "...as a hub for aspiring entrepreneurs. Our mission is to offer practical business skills, access to coaches to offer guidance, mentors to share their experiences and financing opportunities to enable growth. It will support the development of small and growing businesses and job creation in the Caribbean with an emphasis on tourism related businesses with strong financial, social and environmental credentials." Será que um dia veremos alguns grandes empresários portugueses a promoverem iniciativas deste tipo?
Globalização, comércio e investimento internacional. Tendências, estratégias e negócios em mercados internacionais. Desenvolvimento e cooperação internacional. E outras coisas mais.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Espanha: marroquinaria de luxo reforça competitividade face à concorrência asiática
De acordo com a imprensa espanhola, os produtores locais de produtos em marroquinaria estão bastante optimistas com as perspectivas de negócios existentes para este sector de actividade, devido sobretudo ao aumento da procura por parte de clientes estrangeiros (em 2010, as exportações espanholas cresceram 6% relação ao ano anterior). Com efeito, e sobretudo no sector da marroquinaria de luxo onde se produzem e comercializam pequenas séries, está a consolidar-se uma tendência que se tem vindo a observar em outros países da União Europeia e que passa pelo regresso da produção à Europa de produtos que até há bem pouco tempo estavam a ser produzidos em alguns mercados asiáticos, como a China e Índia. As dificuldades dos produtores asiáticos em garantirem preços competitivos para pequenas séries, a par de dificuldades na cadeia logistica com o cumprimento de prazos de entrega, certificação de qualidade e o crescimento da contrafacção destes mesmos produtos, abrem excelentes oportunidades de negócios neste nicho de mercado para as empresas europeias.
sábado, 10 de setembro de 2011
Vindimas no Ribatejo
É já neste fim-de-semana que a Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CRV Tejo) vai realizar as 'Portas Abertas do Tejo 2011', uma iniciativa de promoção e divulgação das vindimas, desde a apanha da uva ao processo de produção do vinho. Uma aposta acertada de promoção no mercado interno dos vinhos e das quintas do Ribatejo.
Notas Verbais - Ainda bem e que seja por bons motivos
Ao Carlos Albino, no Notas Verbais, agradeço a referência ao post "Português lidera ranking da edição polaca da revista Forbes".
Banco Corrido - Bélgica, sem governo quase sem país, mas competitiva
Ao Paulo Pedroso, no Banco Corrido, agradeço a referência ao post "Bélgica: crise politica e competitividade económica".
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Bélgica: crise politica e competitividade económica
A Bélgica tem vindo a atravessar há muitos meses um periodo de grande instabilidade politica que tem base as históricas diferenças e rivalidades entre flamengos e francófonos e que se tem consubstanciado em enormes dificuldades dos vários partidos políticos em chegarem a plataformas estáveis e duradouras de entendimento para a governação do país. Na opinião de muitos observadores este tipo de dificuldades de natureza politica, poderá levar um dia à propria cisão do Estado belga. No entanto, este facto não tem impedido que este país tenha vindo a reforçar a sua competitividade económica e empresarial, como apontam alguns indicadores divulgados nos últimos dias. Assim, no último relatório de avaliação da competitividade das nações (Global Competitiveness Report 2011/2012) do World Economic Forum, a Bélgica alcançou a 15ª posição, o melhor lugar alcançado por este país desde a criação deste ranking em 2001. Pela primeira vez, a Bélgica ultrapassa a França (18ª posição) e aproximou-se da Alemanha (6ª) e da Holanda (7ª posição). Refira-se que Portugal está classificado em 45ª posição, tendo subido um lugar em relação ao ano passado, num ranking que é liderado pela Suíça, seguida de Singapura e da Suécia. Num outro estudo divulgado há dias pela consultora Deloitte sobre as condições de atractividade, em termos de formalidades legais de emigração, para recursos humanos altamente qualificados oriundos de países fora da União Europeia, a Bélgica tem também uma posição preponderante neste ranking no contexto dos países da União Europeia. De acordo com a Deloitte, um visto de trabalho na Bélgica é emitido num prazo de 3 semanas, enquanto em Espanha e em Itália podem demorar até 6 meses. Para além disso, os rendimentos minimos exigidos para a otenção destes vistos são de 36 000 euros na Bélgica, enquanto na Alemanga alcançam os 65 000 euros.
Em síntese, na Bélgica a instabilidade politica existe, persiste e poderá levar à própria desintegração do país, mas isso não tem impedido a sociedade belga de se modernizar, de crescer e de se desenvolver.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Leituras: "The 25 Most Influential Business Management Books/Time Magazine".
A revista Time acaba de seleccionar um conjunto de 25 livros que influenciaram de forma determinante as ciências de gestão e nossa forma de encararmos e perspectivarmos a actividade das empresas. Veja aqui "The 25 Most Influential Business Management Books". Uma lista dominada por autores de origem anglo-saxónica.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Unido faz diagnóstico do ambiente de negócios em Cabo Verde
A UNIDO, organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial, em colaboração com as autoridades cabo-verdeanas, realizaram recentemente um estudo sobre o ambiente de negócios em Cabo Verde. Com este trabalho pretendeu-se fazer um diagnóstico do actual ambiente de negócios no país e apresentar propostas que permitam aumentar a competitividades do sector privado de Cabo Verde de acordo com as sugestões e recomendações apresentadas por empresários, associações empresariais, ordens profissionais, instituições publicas e lideres de opinião locais. Entre os vários problemas identificados contam-se as debilidades existentes ao nivel dos transportes, qualificação da mão-de-obra, fornecimento de electricidade, acesso ao crédito, concorrência desleal, regulação e fiscalização e da justiça e administração pública.
Um estudo bastante pertinente e esclarecedor e de grande utilidade (também) para os potenciais investidores em Cabo Verde.
P.S. - Jorge Carlos Fonseca é o novo Presidente da República de Cabo Verde, na sequência da vitória alcançada na 2ª volta das eleições presidenciais. Uma vitória que vai obrigar a uma coabitação entre o governo, apoiado pelo PAICV, e o Presidente da República, que foi apoiado pelo MPD, e que terá certamente também consequências internas ao nivel do próprio PAICV que viu os candidatos oriundos das suas fileiras serem derrotados nestas eleições.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
American Association of Wine Economics
Em época de vindimas, uma sugestão de visita à web page da American Association of Wine Economics que dispõe de diversas e úteis informações sobre as actividades desta associação. Merecem especial referência as reflexões efectuadas em alguns dos Working Papers sobre as características e os desafios que o sector dos vinhos enfrenta actualmente em termos de produção e comercialização, existindo inclusive alguns trabalhos sobre a realidade portuguesa efectuados por investigadores nacionais (workings papers nºs. 83 e 84).
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
IPAD faz balanço da Cooperação Portuguesa
O IPAD - Instuto Português de Apoio ao Desenvolvimento acaba de lançar uma publicação que faz um balanço sobre o que de mais significativo se realizou ao nível da Cooperação
Portuguesa nos últimos quinze anos (1996-2010). Uma leitura obrigatária para quem se interessa pelo tema. Quase na mesma altura, o IPAD fez também significativos melhoramentos na sua web page que tem agora mais informação, assuntos melhor "arrumados" e uma excelente apresentação.
Português lidera ranking da edição polaca da revista Forbes
Como já aqui e aqui referimos, a Eurocash, empresa polaca com capitais portugueses, tem uma posição bastante relevante no contexto da economia deste país da Europa Central e Oriental. Mas, desta vez também é noticia o seu CEO e principal accionista, Luís Amaral (na foto). Com efeito, e de acordo com a edição polaca da revista Forbes, Luís Amaral ocupa, pela primeira vez, o 1º lugar deste ranking, à frente de um conjunto de outros bem sucedidos empresários polacos. Daqui envio os votos de parabéns e de continuação de sucessos!
sábado, 6 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Eleições Presidenciais em São Tomé e Príncipe e em Cabo Verde e a cobertura da RTP
É já no próximo Domingo que vão ter lugar as eleições presidenciais em São Tomé e Príncipe e em Cabo Verde. No caso de São Tomé e Príncipe, trata-se da 2ª volta das eleições presidenciais que vão ser disputadas por dois "dinossauros" da politica local, Manuel Pinto da Costa (ex-Presidente da República) e Evaristo Carvalho. Na primeira volta, Manuel Pinto da Costa foi o mais votado, com 35,58% dos votos, enquanto Evaristo Carvalho obteve 21,74%, com 32,11% dos eleitores inscritos a optarem pela abstenção. Já em Cabo Verde, a eleição promete ser muito disputada tendo-se apresentado a este escrutínio quatro candidatos, alguns deles com grande experiência de governação e muito bem preparados politicamente, a saber: Manuel Inocêncio (apoiado pelo PAICV, partido no poder), Aristides Lima (deputado do PAICV, que concorre como independente), Jorge Carlos Fonseca (apoiado pelo MpD, maior partido da oposição) e Joaquim Jaime Monteiro (independente). Recorde-se que em 36 anos de independência, Cabo Verde teve três chefes de Estado – Aristides Pereira (1975-1991), António Mascarenhas Monteiro (1991-2001) e Pedro Pires (desde 2001).
Ainda a propósito destas duas eleições, refira-se o acompanhamento que tem vindo a ser realizado pela RTP África, através do registo diário das campanhas eleitorais e da realização de entrevistas aos candidatos. Uma atitude que também deveria ser seguida, com a necessária ponderação em termos de ocupação da grelha informativa, pelo canal de maior audiência da televisão pública (RTP1), tendo em atenção a importância do relacionamento de Portugal com estes países e a relevância das diásporas caboverdiana e são-tomense residentes no nosso país.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Futre e os turistas chineses
Foto: The Economist
A importância do mercado chinês como emissor de turistas para Portugal foi mediatizado nos últimos tempos pela intervenção de Paulo Futre durante a última campanha eleitoral para a Direcção do Sporting Clube de Portugal. Nesta, como em outras áreas, o mercado chinês apresenta várias potencialidades que têm sido acompanhadas, com mais ou menos atenção, pelos operadores turísticos e por alguns sectores do tecido empresarial português.
Quem não perde tempo em relação a este assunto parece ser o governo espanhol. No inicio desta semana, o Ministro espanhol da Industria, Turismo e Comércio, Miguel Sebastián, lançou, em Pequim, o "Plan Turismo China". Com este Plano pretendem captar cerca de 1 milhão de turistas chineses no ano 2020 e para atingirem esse objectivo lançaram um conjunto de medidas muito concretas, como sejam (i) uma maior simplificação e agilidade na emissão de vistos turísticos para cidadãos chineses (medida já implementada com sucesso no mercado russo); (ii) a promoção do aumento das ligações aéreas da China para Espanha (das actuais 9 para cerca de 50 ligações semanais em 2020); (iii) a aposta na formação em Espanha de quadros do sector turístico chinês; (iv) e o lançamento de campanhas anuais de promoção turística do destino Espanha na China.
Paulo Futre percebeu, com certeza, que segundo a Organização Mundial de Turismo, a China vai ser, em 2020, o principal mercado mundial emissor de turistas com cerca de 100 milhões de turistas/ano.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Turquia: demissão das chefias militares poderá abrir caminho a profundas mudanças na vida politica do país
Um conjunto de altas chefias militares turcas demitiu-se sem apresentarem quaisquer justificações. Entre os militares que agora abandonam as suas funções contam-se o general Isik Kosaner, chefe do Estado-Maior das Forças Armadas e os Chefes de Estado-Maior do Exército, Marinha e Força Aérea.
Alguns observadores consideram que os motivos destas demissões estão relacionados com as divergências existentes com o Governo em relação à promoção de vários generais detidos e suspeitos de conspiração.
Actualmente, estão presos 42 generais turcos por alegadas conspirações para derrubar o governo do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP), liderado por Recep Tayyip Erdogan e no poder desde 2002. As chefias militares agora demissionárias pretendiam que os generais presos pudessem beneficiar de promoções enquanto que o Governo quer que estes passem à situação de reforma.
No entanto, este episódio deve ter uma leitura mais alargada, pois marca uma profunda mudança na vida politica turca e na relação de forças entre os militares e o poder politico. Há uns anos atrás, este descontentamento dos militares teria originado um golpe de Estado. Hoje, esta decisão não trouxe, até à data, quaisquer consequências ao nível da estabilidade da ordem pública e do funcionamento das instituições do país. Aliás, a partida desta “velha guarda militar”, que tem sido a guardiã da laicização do Estado, vai criar condições para um efectivo controlo deste sector por parte do poder civil, e do actual partido do governo, e para uma reforma profunda das forças armadas e do sistema constitucional turco. As consequências serão naturalmente acompanhadas com muita atenção por outros países da região, como o Irão e a Síria, mas também pela União Europeia e pelos EUA (a Turquia é também um país membro da Nato).
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Más noticias para a a economia portuguesa: Millennium/BCP coloca hipótese de venda da sua operação na Polónia
Num post colocado há dias, fiz uma referência aos principais bancos estrangeiros nos mercados da Europa Central e Oriental e à actividade dos bancos portugueses nesta região, nomeadamente ao banco detido pelo Millennium/BCP na Polónia (Bank Millennium).
A imprensa de hoje dá conta da provável venda desta operação. Estão a ser avançadas várias explicações para esta intenção que vão desde a situação financeira do Grupo Millennium/BCP, às recomendações/imposições da “troika” sobre a necessidade de alavancagem do sistema bancário português às novas prioridades de alguns dos accionistas de referência desta instituição, leia-se a petrolífera angolana Sonangol. De acordo com a mesma notícia, o Millennium/BCP vai agora passar a concentrar as suas atenções no mercado doméstico e também em Angola, Brasil, Moçambique e China.
Pela relevância deste anúncio não apenas para o Grupo Millennium/Bcp, mas também para a economia e para as empresas portuguesas, vale a pena contextualizar e destacar alguns factos sobre a actividade deste banco português na Polónia:
- é um “case study” internacional de um processo de reestruturação bancária bem sucedido pela capacidade que houve de transformar, aquando da sua aquisição, um banco praticamente falido (Big Bank Gdanski) e com uma intervenção muito concentrada no Norte da Polónia numa operação bancária de sucesso e com implantação em todo o território polaco.
- a entrada do Millennium/BCP no mercado polaco fez-se no “timing” certo (finais da década de 90) e soube aproveitar todas as oportunidades decorrentes das profundas mudanças económicas e politicas verificadas neste país, sobretudo no período pós-adesão à União Europeia. O mesmo sentido de oportunidade não se verificou em algumas outras operações no estrangeiro: na Turquia, esteve em contraciclo e vendeu a operação quando o país passou a ser considerado com um dos mercados emergentes de maior potencial e quando se verificou uma maior aposta neste país por parte da diplomacia económica e comercial portuguesa; na Roménia, a derrota no processo de privatização da Banca Comerciala Romana para o banco austríaco Erste Bank, obrigou o banco português a avançar com uma operação de raiz num contexto económico particularmente difícil; e em Angola onde operação do Millennium/BCP esteve durante vários anos circunscrita à sucursal de Luanda do Banco Português do Atlântico (a licença foi dada a este banco que viria mais tarde a ser comprado pelo BCP), o que permitiu a rápida expansão em todo o território angolano de outros bancos portugueses – nomeadamente do Grupo BPI, através do Banco de Fomento Angola, e até do Banco Totta e Açores (hoje participado pelo Santander e pela Caixa Geral de Depósitos), situação que está agora a tentar ser corrigido.
- é actualmente o 6º maior banco na Polónia, um dos mercados bancários europeus mais competitivos e onde têm a concorrência dos principais “players” internacionais nesta área (bancos alemães, italianos, austríacos, franceses, nórdicos e americanos).
- é uma referência de boas práticas e de inovação no mercado, sobretudo nas áreas comercial, marketing e tecnologias de informação, graças à elevada qualidade da equipa de gestão do banco que integra, entre outros, um conjunto de excelentes profissionais portugueses (a eventual venda desta operação vai também colocar desafios muito grandes ao Millennium/BCP ao nível das perspectivas de desenvolvimento de carreiras e da integração destes quadros internacionais nas estruturas do banco).
- é uma operação que se tem relevado de elevada rentabilidade e que apresenta um grande potencial de crescimento. Ainda há dias foram revelados os resultados do 1º semestre deste ano do Bank Millennium que atingiram 216,4 milhões de zlotys (54,7 milhões de euros) e que significaram um aumento de 57% em relação ao período homólogo do ano anterior. Por outro lado, as perspectivas de evolução do negócio são bastante animadoras devido à (ainda) reduzida taxa de bancarização polaca e ao potencial de uma economia em crescimento, com cerca de 40 milhões de consumidores e com localização geo-estratégica muito privilegiada.
- é também um “investimento bandeira” de Portugal nesta parte da Europa e que contribuiu bastante, a par de outros investimentos bem conhecidos, para o aumento da curiosidade dos polacos em relação a Portugal e até da notoriedade dos produtos e serviços portugueses neste país. Este investimento permitiu também que muitas empresas nacionais iniciassem o seu processo de internacionalização para a Polónia quer fornecendo serviços para o próprio banco, quer sensibilizando, mobilizando e acompanhando muitos empresários nacionais na abordagem e na realização de investimentos neste mercado.
- foi uma entidade que desde a primeira hora, a par do Grupo Jerónimo Martins, Mota-Engil, BES, Colep e AJR Development, contribuiu de uma forma decisiva para a criação da Câmara de Comércio Polónia-Portugal, sediada em Varsóvia, e que será, provavelmente, a mais dinâmica câmara de comércio bilateral de Portugal no estrangeiro.
Haverá com certeza bastantes justificações para a se colocar a hipótese de venda do Bank Millennium, a jóia da coroa do Millennium/BCP. Mas os motivos que acabei de enumerar são suficientes para eu considerar que se trata de uma “má noticia” para Portugal e para a economia portuguesa.
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