sexta-feira, 12 de novembro de 2010

"Doing Business'2011" - Portugal facilita condições para a realização de negócios


No inicio deste mês foi lançado pelo World Bank o estudo "Doing Business 2011: Making a Difference for Entrepreneurs". Nesta edição, e segundo a nota de imprensa do World Bank, os destaques são os seguintes: 
"- Kazakhstan took top honors for the most-improved business environment in 2009/10;
- Singapore leads the world in the ease of doing business for the fifth year running;
- About 85 percent of the world’s economies have made it easier for entrepreneurs to operate in the past five years."
 
No ranking deste ano, Portugal ocupa a posição 31ª, subindo 2 lugares em relação ao ano 2010 (33ª posição).

"Asia's Most Admired Companies" (Wall Street Journal)

O Wall Street Journal acaba de publicar a "Annual Survey' 200". Nesta "survey" surgem em posições relevantes, nas suas categorias e em diversos paises,  as empresas Alibaba.com Ltd. (China), Infosys Technologies Ltd. (India), Nintendo Co. (Japão),  Samsung Electronics Co. (Coreia do Sul) e Semiconductor Manufacturing Co. (Taiwan).

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Need success? I need Spain - ICEX



Veja este excepcional video institucional de promoção internacional das empresas espanholas, realizado pelo ICEX - Instituto Espanhol do Comércio Externo, que aproveita as sinergias resultantes da vitória  alcançada pela selecção do país vizinho da última fase final do Campeonato do Mundo de Futebol. A mensagem deste video é seguinte: "¿Qué tienen en común la victoria de la Selección Española en el Mundial de Fútbol de Sudáfrica y las empresas españolas? Principalmente, los valores que han contribuido a su éxito fuera de España: competitividad, liderazgo, trabajo en equipo, fiabilidad, creatividad y estrategia, entre otras". Parabéns Espanha!

A internacionalização como factor preponderante de inovação empresarial

O "Centre d' Analyse Stratégique", organismo de análise e reflexão estratégica na dependência directa do Primeiro-Ministro francês, acaba de publicar um "paper" denominado  "Innovation et Internationalisation des Entreprises Françaises - S’implanter à l’étranger : un atout pour réaliser sa première innovation"  que conclui que a internacionalização é um importante motor de inovação para as empresas, sobretudo para aquelas que se instalam em países desenvolvidos. Este artigo, baseado num estudo realizado junto de 2 300 firmas francesas, refere também que a internacionalização desempenha um papel mais relevante que a dimensão das empresas no processo de inovação empresarial. O estudo adianta ainda que empresas instaladas no estrangeiro dão mais atenção à renovação e à melhoria da qualidade dos seus produtos do que as empresas com exclusiva actividade no mercado interno que optam, sobretudo, por dar prioridade à redução de custos e à flexibilização do processo de produção.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

domingo, 10 de outubro de 2010

Em memória de John Lennon



Veja também aqui este texto alusivo ao 70º aniversário de Jonh Lennon, assassinado em Dezembro de 1980.

PSF apresenta programa de politica externa para França


O Partido Socialista Francês deverá hoje adoptar na sua Convenção Nacional um texto programático sobre a politica externa francesa, denominado "Nouvelle donne internationale et européenne" que foi preparado por alguns antigos ministros socialistas como  Hubert Védrine, Catherine Trautmann, Alain Richard, Elisabeth Guigou ou ainda Henri Weber, Pouria Amirshahi e Laurent Baumel. A redacção deste texto, de cerca de 20 páginas, coube a Laurent Fabius e a Jean-Christophe Cambadélis, e segundo alguns observadores veio colmatar um vazio que há muito se sentia na reflexão e nas propostas programáticas deste partido, pois há mais de 30 de anos que o PSF não apresentava um documento com esta consistência sobre a politica externa de França. Um texto a ler com atenção!

domingo, 3 de outubro de 2010

Leituras: "Ukraine: How politics affects inward investment"


Depois dos BRIC....os CIVETS?

Depois da ascensão e do crescente protagonismo económico e politico na cena internacional dos "BRIC" -Brasil, Rússia, India e China, designação utilizada pela primeira vez, em 2001, por Jim O' Neill, economista da Goldman Sachs), que outras economias surgirão nos próximos 15/20 anos com o dinamismo e o crescimento económico protagonizado nos últimos anos por estes 4 países? De acordo  especialistas da Economist Intelligence Unit,  vamos ter que dar especial atenção a mais 6 economias emergentes designadas por  "CIVETS": "CIVETS is Columbia, Indonesia (with a very, very large population), Vietnam, which has been interesting as a sort of outsourcing destination for some time but is actually quite a significant economy in its own right. Then there’s Egypt which is a power house within the Middle East and Turkey, it’s a perennial emerging market that many, many businesses want to become a part of. Finally there is South Africa." Este é mais um tema para a agenda  interncional dos empresários portugueses. Veja também aqui o último relatório "Great Expectations: Doing business in emerging markets", elaborado pela UK Trade & Investment (UKTI) em colaboração com a Economist Intelligence Unit.

domingo, 26 de setembro de 2010

Escolas de negócios e a imagem da "marca Espanha"



Em Espanha, existem actualmente três das melhores e mais prestigiadas escolas de negócios do mundo - o IESE, o IE e o ESADE - que conseguiram, nos últimos anos, atingir uma grande projecção internacional e  captar os melhores professores e alunos nas áreas da gestão empresarial. Numa interessante entrevista publicada no jornal espanhol Cinco Dias, os três principais responsáveis destas escolas abordam os temas da formação actual de dirigentes empresariais e dos desafios que estes estabelecimentos de ensino enfrentam neste periodo de crescente globalização económica. Mas, de uma forma muito interessante, chamam também a atenção para o contributo que é dado por escolas para o reforço da notoriedade da imagem da "marca Espanha" no mundo.

Diplomacia e Redes Sociais


O Center on Public Diplomacy da University of Southern California anunciou recentemente o vencedor do "2010 CPD Prize for Best Student Paper in Public Diplomacy". O trabalho seleccionado, da autoria de Melanie Ciolek, designa-se "Understanding Social Media’s Contribution to Public Diplomacy" e aborda a utilização da rede social Facebook pelo Departamento de Estado dos E.U.A. com o objectivo de aumentar a notoriedade e o impacto da visita que o Presidente Obama planeia realizar, brevemente, à Indonésia.

Born in '89



O BERD - Banco Europeu para Reconstrução e Desenvolvimento, em colaboração com o banco Unicredit e o jornal Financial Times, lançou um concurso de ensaios para comemorar o 20º aniversário da Queda do Muro de Berlim. Candidataram-se jovens nascidos em 1989 nos países onde o BERD desenvolve a sua actividades, na sua grande maioria ex-países comunistas ou ex-repúblicas da União Soviética, e os ensaios abordaram suas experiências nestes países no período após a Queda do Muro de Berlim. Foram recebidas cerca de 600 candidaturas e a vencedora deste prémio foi Ana Dabrundashvili, de Tbilisi, Georgia. Os 24 melhores ensaios foram publicados, em Setembro de 2010, num caderno especial do BERD designado por "Born in '89".

domingo, 12 de setembro de 2010

Bons exemplos: os casos de Cabo Verde e da Suécia



Já por diversas vezes mencionámos neste blogue o excelente exemplo -  ao nível da governação, da politica de desenvolvimento seguida e do respeito pelos liberdades e pelos direitos individuais - que é dado pela jovem democracia cabo-verdeana. Há alguns dias, o Paulo Pedroso destacava também o facto de Cabo Verde ter sido o primeiro país da África Ocidental a assumir plena responsabilidade pelo programa de apoio alimentar nas escolas, após três décadas de dependência do Programa Alimentar Mundial. 
Um outro bom exemplo, de uma outra parte do mundo, constitui o modelo de desenvolvimento sueco. Desta vez, "the swedish model" foi analisado por Ari Kokko, professor na Copenhagen Business School e na Stockholm School of Economics, num excelente paper publicado, em Agosto de 2010, pela United Nations University, e que concluiu o seguinte:

"First, the initial success of Swedish industrialization and the subsequent development of industrial competitiveness are largely the results of intentional policies and strategies implemented by the state and individual companies. By investing heavily in institutional capacity, knowledge, and skills, Sweden has created the capacity to take advantage of new opportunities and to adjust to changing conditions in the global market. The policy lessons from these experiences are clear. Countries aiming for growth and sustainable development—or just to maintain their relative competitiveness in the international market—need to invest continuously in institutional and human capacity. When opportunities arise or market conditions change, it is mainly the actors that have excess capacity who are able to respond positively to the changes.

Second, while the need for a welfare state was clear at an early stage of industrialization and development—to balance the increased risk and uncertainty when household-based production systems were replaced by urban industrial systems—it took a long time to construct a comprehensive welfare state. The development of the various components of the welfare state was gradual, and closely related to both needs and financial capacities. The earliest components of the welfare state, such as compulsory education and insurance schemes, were closely connected to the industrialization process itself: literacy, insurance for work-related accidents, and unemployment insurance are necessary for successful industrial development. Subsequent developments were largely driven by political pressures. The socialist revolutions in Eastern Europe after the First World War had a strong impact on the political climate in Sweden, and contributed to a stronger emphasis on the public provision of social welfare. The early welfare state was not very generous because of the limited financial resources of the state, but the level of benefits increased from the 1950s and onwards, as the rapidly growing economy made the country more prosperous. Later on, after the 1980s, changing demographic and economic conditions have mandated an adjustment in the opposite direction: benefit levels have been adjusted downwards because of the mismatch between limited tax revenues and increasing costs for health care and pensions.

(...) A third broad conclusion from the Swedish experience of growth and development. It is hard to overestimate the importance of social stability. Although the first decades of the 20th century were characterized by a struggle between labour and capital, it resulted in a broad political compromise that has survived to the present. The outcome has been an unusual degree of political stability, where the overall character of society is not likely to change much even if political power shifts from one of the main political parties to another. This stability, in turn, guarantees that the rules of the game are predictable and that the degree of uncertainty for long term investors is low".