segunda-feira, 9 de novembro de 2009

"Fall of the Berlin Hall: A Victory for Europe"

Hoje comemoram-se os 20 anos da Queda do Muro de Berlim. Um dia histórico, memorável e feliz para a grande maioria dos europeus, sobretudo para os povos da Europa Central e Oriental, e um dos momentos políticos mais marcantes e impressionantes que até agora tive oportunidade de assistir. Foram muitos os que contribuíram para este acto cheio de simbolismo politico. Todavia, não poderemos esquecer os papéis determinantes do Papa João Paulo II, de M. Gorbatchev, de Ronald Reagan, de Helmut Kohl, de Lech Walesa e do sindicato polaco Solidariedade e de todos os anónimos que durante mais de 40 anos, e com enormes sacrificios pessoais, lutaram contra a ocupação soviética dos seus próprios países.
Sobre a dimensão económica e politica deste acontecimento, Gabriele Suder, professora de International Business na Ceram Business School, escreve um artigo muito interessante na revista Business Week.

Espanha aposta forte no mercado indiano

Espanha está a fazer uma forte aposta no apoio à internacionalização das suas empresas para o mercado indiano. Nos próximos dias 10 e 11 de Novembro, uma missão empresarial composta por 65 empresas espanholas, e liderada pelo Príncipe das Astúrias e pela Secretária de Estado do Comércio, Silvia Iranzo, vai deslocar-se a Bombaim para participar num encontro empresarial hispano-indiano que tem por objectivo a identificação de oportunidades de cooperação empresarial e de investimento. Esta é a segunda grande iniciativa realizada pelas autoridades espanholas nos últimos 2 anos na Índia, depois do Forum de Investimentos e Cooperação Empresarial, realizado em Nova Deli, em Dezembro de 2008.
Para além das referidas iniciativas, e devido ao potencial e às oportunidades existentes no mercado da Índia, o ICEX - Instituto Espanhol do Comércio Externo tem um programa especifico de promoção da imagem e dos bens e serviços espanhóis designado por "Plan Integral de Desarollo de Mercados de la India".

domingo, 8 de novembro de 2009

Luis Reto novo reitor do ISCTE-IUL


Luís Reto, é o novo e o primeiro reitor do ISCTE-IUL, depois da passagem desta instituição universitária a fundação, tendo sido eleito com 21 votos a favor e 9 votos contra pelo Conselho Geral do ISCTE-IUL. Uma boa escolha de alguém que tem pela frente um conjunto de desafios muito importantes e que passam fundamentalmente pela consolidação do "projecto ISCTE" e pela sua internacionalização para outros países.

Para os nossos leitores, informo que o ISCTE é a "minha escola". Foi no ISCTE que me licenciei em Sociologia e é no ISCTE que me encontro a fazer actualmente o meu doutoramento em gestão, estratégia e desenvolvimento empresarial. Enquanto aluno da licenciatura em Sociologia, fui dirigente da associação de estudantes - e também membro da direcção da Associação Académica de Lisboa, organismo de cúpula das associações de estudantes da academia de Lisboa, numa lista encabeçada por Paulo Campos, actual Secretário de Estado das Obras Públicas -, membro da Assembleia de Representantes, na altura excelentemente liderada por Eduardo Ferro Rodrigues, e vogal do Conselho Directivo do ISCTE (representante dos alunos), nesse período presidido por José Manuel Prostes da Fonseca, alguém a quem esta instituição muito deve.

De regresso ao ISCTE, constatei, com grande satisfação, o enorme dinamismo e abertura da escola, a qualidade e profissionalismo do seu corpo docente, o posicionamento e a multiplicidade de contactos internacionais da instituição, a modernidade das instalações e dos serviços prestados aos alunos e até a "internacionalização" do seu corpo discente. Os desafios do próximo mandato de Luis Reto são, por isso, bastante grandes e estimulantes!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Cimeira UE-Índia

Jagdish Bhagwati, um reputado economista indiano e professor na Columbia University de Nova York, referia recentemente, a propósito da economia indiana, que esta se encontrava "... at a crossroads" e adiantava ainda que "... India is moving from the completion of conventional economic reforms, such as removing industrial licensing requirements, to what he calls second-generation reforms in areas like health care and education”.

É portanto neste contexto de profunda transformação económica e social que se vai realizar amanhã, em Nova Delhi, a "10th European Union Summit". Por ocasião desta iniciativa, o Eurostat, serviço de estatísticas da União Europeia, decidiu publicar uma excelente análise do relacionamento económico dos países da UE27 com a Índia, um dos países do designado grupo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China).

Deste trabalho, há a reter um conjunto de dados bastante interessantes:

1. Entre 2000 e 2008, o comércio externo da UE27 com a Índia mais que duplicou em valor: as exportações da UE27 passaram de 13,7 mil milhões de euros para 31,6 mil milhões de euros, enquanto as importações aumentaram de 12,8 mil milhões de euros para 29,5 mil milhões de euros.

2. No primeiro semestre de 2009, e em relação ao período homólogo do ano anterior, as exportações da UE27 para a Índia baixaram de 15,7 mil milhões de euros para 12,7 mil milhões de euros, o mesmo se tendo verificado com as importações que diminuiram de 14,9 mil milhões de euros para 12,9 mil milhões de euros. Isto significa que a balança comercial da UE27 com a Índia passou de excedentária em 0,8 mil milhões de euros, na primeira metade de 2008, para deficitária em 0,2 mil milhões de euros, no mesmo periodo de 2009.

3. Entre os países da UE27, a Alemanha é de longe o principal exportador para a Índia (26% do total das exportações da UE), seguida do Reino Unido (16%), Bélgica (16%), França (11%) e Itália (10%).

4. A posição de Portugal enquanto exportador para a Índia é muito modesta. As exportações nacionais para a Índia, em 2008, foram inferiores às vendas de alguns dos membros da mais recentes da União Europeia, como a Hungria, Rep. Checa, Polónia, Eslováquia, Eslovénia, Lituânia, Roménia e Bulgária.

5. Já quanto às exportações de serviços, em 2008, a UE27 vendeu serviços no valor de 9 mil milhões de euros, enquanto as importações de serviços indianos alcançaram 7,4 mil milhões de euros, existindo, por isso, um saldo favorável à UE27 de 1,5 mil milhões de euros.

6. Ao nível do investimento directo estrangeiro da UE27 na Índia este atingiu, em 2006, cerca de 2,5 mil milhões de euros, em 2007, foi de 5,4 mil milhões de euros e, em 2008, baixou para 0,8 mil milhões de euros. Já quanto ao investimento directo indiano na UE27 não teve grande expressão em 2006 (0,5 mil milhões de euros) e em 2007 (0,9 mil milhões de euros em 2007), mas, em 2008, atingiu um valor muito significativo (2,4 mil milhões de euros).

Em síntese, nesta grande economia emergente da Ásia, existe uma ampla margem para o reforço do relacionamento económico com os países da UE27. E, por sua vez, Portugal não pode perder as oportunidades de negócios, ao nível das exportações de mercadorias e de serviços e da captação de investimento estrangeiro, decorrentes deste período de transformação e expansão da economia indiana.

Leituras: "Doing Business Portugal'2010"

Já está disponivel o relatório "Doing Business Portugal'2010" que faz uma avaliação do quadro regulamentar em que se desenvolve a actividade empresarial em Portugal e a sua comparação internacional com 183 países.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Junta da Andaluzia entra no capital social de empresa tecnológica espanhola

O governo da comunidade autónoma espanhola da Andaluzia (Junta da Andaluzia), através da Agência de Inovação e Desenvolvimento da Andaluzia, investiu cerca de 2 milhões de euros no capital social da empresa tecnológica Avánzit.

Segundo o jornal espanhol "Expansion", a entrada da Junta da Andaluzia no capital social desta empresa foi justificada, entre outros factores, pela mudança de sede social da Avánzit da Comunidade de Madrid para a Comunidade da Andaluzia. Para além disto, outras filiais da Avànzit, como a Navento ou a Elfer, poderão também deslocalizarem-se para a Andaluzia, estando prevista a criação progressiva de cerca de 500 novos postos de trabalho a par de um maior envolvimento financeiro, que pode chegar até aos 6 milhões de euros, das referidas autoridades regionais.

Depois de Madrid e de Barcelona (Catalunha), a Andaluzia é a 3ª Comunidade espanhola com maior número de empresas do sector das tecnologias de informação e da comunicação (cerca de 1 350 empresas) e a Avánzit passa, assim, a ser a 3ª empresa andaluz a estar cotada na Bolsa de Madrid, juntamente com a Abengoa e a Inmobiliaria del Sur.

Este é apenas mais um exemplo da crescente concorrência entre Comunidades Autónomas espanholas na captação de investimento nacional e estrangeiro e na criação de condições para a alavancagem de empresas e de sectores de actividade com relevância regional. Este é um campo, ou se quiserem é um “jogo”, em que Portugal, uma das regiões da Península Ibérica, deverá estar particularmente atento, face à competitividade, ao dinamismo e aos recursos financeiros existentes em algumas Comunidades espanholas.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Leituras: "EBRD - Transition Report'2009"

O BERD - Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento lançou hoje o "Transition Report'2009" que faz uma análise da evolução económica e social dos países abrangidos pela actividade do BERD. Um documento de leitura obrigatório para quem acompanha o processo de transição para economias de mercado de um conjunto variado de países da Europa Central, Oriental e Ásia.

sábado, 31 de outubro de 2009

Governo fica completo com tomada de posse dos Secretários de Estado

Tomaram hoje posse os 37 Secretários de Estado do XVIII Governo Constitucional. Parabéns para os nomeados e votos dos maiores sucessos!

Polónia consegue cargo de Director-geral na Comissão Europeia

O 12 países dos últimos 2 alargamentos da União Europeia conseguiram, finalmente, um lugar de topo (Director-geral) na Comissão Europeia. Este cargo, o de Director-Geral de Educação e Cultura, vai ser ocupado pelo polaco Jan Truszczynski. A diplomacia polaca está de parabéns!

Portugal Exportador'2009

No passado dia 29 de Outubro, decorreu, em Lisboa, a 4ª ediçaõ do "Portugal Exportador", iniciativa organizada pela Associação Industrial Portuguesa (AIP), Banco Espirito Santo (BES) e AICEP Portugal Global e dirigida às empresas portuguesas interessadas na abordagem dos mercados externos. Veja aqui as principais problemáticas e temas que foram tratados neste evento.

Associação Comercial de Lisboa aposta na internacionalização

A Associação Comercial de Lisboa, liderada por Bruno Bobone, têm vindo a prestar especial atenção ao apoio à internacionalização das empresas suas associadas. Depois de, a 09 de Março de 2009, ter celebrado um acordo com a Câmara Municipal de Lisboa e a AICEP que visava a promoção e a captação de investimento estrangeiro estruturante para Lisboa, a ACIL assinou, na passada na Quinta-feira, um novo protocolo de colaboração no domínio da internacionalização com a Confederação Internacional dos Empresários Portugueses (CIEP). Através deste, a ACIL poderá a partir de agora passar a prestar serviços de consultadoria na área da internacionalização às empresas nacionais, aproveitando a rede de 29 câmaras de comércio existentes em 15 países com quem o CIEP mantém relações de cooperação.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

ISCTE cria primeiro laboratório de marketing em Portugal

O ISCTE Business School, através do GIEM - Centro de Investigação e Formação em Marketing, um conjunto de 21 empresas com negócios em Portugal e um grupo de reconhecidos marketeers, entre os quais se contam o Professor Luiz Moutinho, professor catedrático de Marketing na Universidade de Glasgow, acabam de criar o primeiro laboratório português de análise e de investigação aplicada de tendências internacionais de marketing.
Designado por Marketing FutureCast Lab, esta entidade pretende constituir-se como um foco de produção e antecipação de novos cenários e tendências na área do marketing com potencial impacto no contexto empresarial.
Mais uma iniciativa inovadora do ISCTE Business School que vem consolidar a posição destacada desta escola de gestão no contexto universitário português.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Portugueses são dos que mais acreditam na ajuda ao desenvolvimento. E depois?

Os portugueses são dos europeus que mais acreditam na ajuda ao desenvolvimento, com 93% a considerarem-na importante ou muito importante, indica o EuroBarómetro da Comissão Europeia.
A percentagem mais elevada da União Europeia é partilhada com cinco outros países - Suécia, Espanha, Malta, Chipre e Polónia -, sendo que a média dos 27 Estados-membros se fica pelos 88%.
À semelhança dos outros europeus, também os portugueses gostavam que a comunicação social desse mais atenção às questões de cooperação para o desenvolvimento: 41% consideram que os média não tratam suficientemente o tema, contra 30% que consideram esse tratamento suficiente. Os dois países da Península Ibérica consideram que os Estados Unidos são o país em melhor posição para prestar ajuda aos mais pobres.
O número especial do EuroBarómetro, realizado entre Maio e Junho de 2009 com o objectivo de avaliar o impacto da crise económica sobre o apoio à ajuda ao desenvolvimento nos países europeus, insere-se num conjunto de análises sobre o conhecimento e percepção que a opinião pública europeia tem sobre questões de desenvolvimento, e tem vindo a ser realizado desde 2004.
No entanto, e do nosso ponto de vista, estas questões da educação e da cooperação para o desenvolvimento ainda são muito pouco discutidas e debatidas ao nível da sociedade civil portuguesa. A politica de cooperação, talvez pelo desconhecimento existente em relação à mesmo e por ser "demasiado consensual" ao nível do sistema politico português, é algo que não tem merecido muita atenção por parte dos decisores económicos e políticos, dos meios de comunicação social e do público em geral. Vamos ver se as coisas se vão alterar na legislatura que agora se inicia, pois esta é uma área onde com pouco esforço se podem alterar muitas práticas.

Boas práticas no apoio à internacionalização de PME's: o exemplo do SEBRAE (Brasil)

O SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas acaba de lançar um interessante site dedicado ao apoio à internacionalização das mico e pequenas empresas. Aqui pode encontrar diversas informações técnicas sobre a problemática da internacionalização e cursos gratuitos on-line sobre "Procedimentos para Exportação", "Documentos utilizados no processo de Exportação e "Condições de venda para o mercado externo". Para além disso, e mediante o preenchimento de um questionário on line, elaborado por especialistas em comércio exterior do SEBRAE, cada empresário/empreendedor pode avaliar o estádio em que a sua empresa se encontra em relação ao processo de internacionalização. No final, será gerado um relatório automático com um conjunto de recomendações específicas baseadas nas respostas que foram dadas neste inquérito. E em Portugal, de que estamos à espera para lançarmos iniciativas com este formato, utilidade e alcance, sobretudo ao nível das pequenas e médias empresas?

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Ben Ali reconduzido como Chefe de Estado da Tunísia

O Presidente tunisino Zine El-Abidine Ben Ali foi reconduzido, sem surpresa, no passado Domingo, para um novo mandato com cerca de 90% de votos favoráveis. Ben Ali já vai no 5º mandato consecutivo como Chefe de Estado e por este andar estará mais alguns anos à frente dos destinos da Tunísia. Um sucesso da "realpolitik" e da forma ágil e astuta como as autoridades tunisinas têm gerido o seu relacionamento internacional com os EUA, União Europeia (particularmente com a França e a Itália) e parceiros árabes e que tem permitido pouca contestação à forma como internamente são interpretados e tratados alguns direitos e liberdades individuais.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

José Socrates anuncia novo Governo

José Socrates acabou de anunciar o novo Governo que é constituido por:

Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros
Dr. Luís Filipe Marques Amado

Ministro de Estado e das Finanças
Prof. Doutor Fernando Teixeira dos Santos

Ministro da Presidência
Dr. Manuel Pedro Cunha da Silva Pereira

Ministro da Defesa Nacional
Prof. Doutor Augusto Santos Silva

Ministro da Administração Interna
Dr. Rui Carlos Pereira

Ministro da Justiça
Dr. Alberto de Sousa Martins

Ministro da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento
Dr. José António Fonseca Vieira da Silva

Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas
Prof. Doutor António Manuel Soares Serrano

Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações
Prof. Doutor António Augusto da Ascenção Mendonça

Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território
Engª. Dulce dos Prazeres Fidalgo Álvaro Pássaro

Ministra do Trabalho e da Solidariedade Social
Drª. Maria Helena dos Santos André

Ministra da Saúde
Drª. Ana Maria Teodoro Jorge

Ministra da Educação
Drª. Isabel Alçada

Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
Prof. Doutor José Mariano Rebelo Pires Gago

Ministra da Cultura
Drª. Maria Gabriela da Silveira Ferreira Canavilhas

Ministro dos Assuntos Parlamentares
Dr. Jorge Lacão Costa

Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Dr. João Tiago Valente Almeida da Silveira

Mudanças na ViniPortugal

A ViniPortugal, associação interprofissional tem por objectivo a promoção dos vinhos portugueses no mercado interno e em mercados internacionais seleccionados, tem uma nova Direcção, liderada por Francisco Borba e que vem substituir a anterior equipa directiva presidida por Francisco Avillez.

Esta nova Direcção já anunciou que vai encomendar, até ao final do ano, um novo estudo estratégico para o sector português do vinho que permita actualizar as recomendações efectuadas, em 2003 e 2004, pelos dois relatórios do consultor norte-americano Michael Porter.

Actualmente, a ViniPortugal tem um papel preponderante na promoção internacional dos vinhos portugueses, face à exiguidade dos recursos para promoção existentes em outras organizações ligadas à promoção económica do sector e do país.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

IAPMEI, CCRA e ADRAL promovem negócios na Extremadura Espanhola

Numa organização conjunta do IAPMEI-Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação, CCDRA-Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo e da ADRAL-Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, e contando com o apoio e envolvimento das principais associações empresariais do Alentejo, vai realizar-se no próximo dia 12 de Novembro, em Estremoz, a 1ª Sessão de Trabalho sobre o acesso das empresas do Alentejo ao mercado da Extremadura Espanhola.
Trata-se de uma excelente iniciativa de apoio à internacionalização das pequenas e médias empresas nacionais (PME's), liderada pelo IAPMEI e dirigida a uma das comunidades transfronteiriças espanholas com quem Portugal tem um maior relacionamento politico, económico e cultural. Este evento, segue-se a outros já realizados pelo referido organismo do Ministério da Economia em várias regiões portuguesas sobre as Comunidades espanholas da Galiza e da Castela e Leão e que tiveram por objectivo a identificação de oportunidades e a proposta de soluções para as PME's na penetração e/ou reforço da sua posição em Espanha.