terça-feira, 8 de setembro de 2009

Relatório da OCDE assinala melhorias na educação em Portugal

A OCDE divulgou hoje a edição de 2009 da publicação "Education at a Glance" onde confirma a existência de mais alunos e de melhores resultados escolares em Portugal no ano lectivo de 2006/07, período de referência da publicação.
Entre as principais conclusões sobre o sistema educativo português que constam da referida publicação , e segundo nota do Ministério da Educação, destacam-se os seguintes factos:

" Número de alunos matriculados
O número de alunos matriculados no sistema de ensino cresceu em Portugal. A percentagem de alunos entre os 15-19 anos inscritos no sistema de ensino atingiu os 77%, mais 4 pontos percentuais do que em 2004/05. A média da OCDE situou-se nos 82%. A distância de Portugal para a média dos países da OCDE passou dos 8 pontos percentuais, em 2004/05, para 5 pontos percentuais em 2006/07.


Taxas de transição no ensino secundário

A taxa líquida de transição no ensino secundário atingiu 65%, mais 14 pontos percentuais do que em 2004/05 (51%), iniciando a aproximação à média observada para os países da OCDE (82%). Em 2004/05, a média da OCDE situava-se nos 80%. Portugal reduziu, no espaço de dois anos, 12 pontos percentuais na distância que o separa dos países da OCDE.


Qualificação da população
A percentagem da população portuguesa dos 25-34 anos que concluiu pelo menos o ensino secundário atingiu os 44%, contrastando com os 29% observados no início da década. A média da OCDE situou-se nos 79%, demonstrando a necessidade de medidas de política, como a da escolaridade obrigatória até aos 18 anos de idade e o reforço do apoio às famílias na educação dos seus filhos, que permitam mais rapidamente aproximar Portugal dos países da OCDE.


Investimento na Educação: Recursos Financeiros

A despesa pública em educação como percentagem do PIB foi de 3,7, valor superior à média observada nos países da OCDE (3,5%). A percentagem da despesa corrente atingiu 98,1%, enquanto nos países da OCDE a média situou-se nos 92%. Em Portugal, cerca de 80% das despesas correntes respeitavam a salários. No topo da carreira os professores portugueses continuam a ser dos mais bem remunerados do espaço da EU e da OCDE.


Horas de instrução por ano durante a escolaridade obrigatória
Em Portugal, os alunos com 15 anos tinham em média por ano 821 horas de instrução. A média dos países da OCDE era de 921 horas. Na faixa etária dos 12 aos 14 anos, a média em Portugal atingiu 880 horas de instrução, situando-se a média dos países da OCDE nas 892 horas. A relação altera-se no 1.º ciclo do ensino básico. Em Portugal a média de horas de instrução por ano, para os alunos com 7 e 8 anos, foi de 855, mais 86 horas, em média, do que nos países da OCDE (769 horas).


Dimensão das turmas
Em Portugal, no primeiro e no segundo ciclos do ensino básico, o número de alunos por turma era de 19,7, enquanto nos países da OCDE a média era de 21,4.

O menor número de alunos por turma, em Portugal, verifica-se também no 3.º ciclo do ensino básico; 22,3 alunos por turma em Portugal, 23,9 alunos por turma nos países da OCDE.


Relação alunos por Professor
No primeiro e no segundo ciclos do ensino básico, o número de alunos por professor era de 11,8, em Portugal, contrastando com os 16 alunos por professor nos países da OCDE. No terceiro ciclo do ensino básico a relação era de 7,9 alunos por professor, enquanto nos países da OCDE a média se situava nos 13,2 alunos por professor. No ensino secundário, Portugal apresentava um rácio de 8,4 alunos por professor, enquanto nos países da OCDE a relação era de 12,5 alunos por professor. "
Mais informações sobre este assunto podem ser obtidas aqui.

Global Competitiveness Report 2009-2010

Segundo o “Global Competitiveness Report 2009-2010” (GCR) hoje divulgado pelo World Economic Fórum, Portugal manteve a 43ª posição , alcançada o ano passado, no índice global de competitividade numa lista liderada pela Suíça, seguida dos EUA, Singapura, Suécia e Dinamarca. No contexto da UE27, Portugal situou-se à frente de países como a Itália (48ª) ou a Grécia (71ª), mas atrás de alguns dos países dos últimos alargamentos da UE, como a Rep. Checa (31ª), Chipre (34ª), Estónia (35ª) e Eslovénia (37ª) e até de alguns países do Magrebe e Próximo Oriente, como são os casos da Tunísia (40ª) e Israel (27ª).
No índice de competitividade deste ano foram também classificados outros países lusófonos, como foram os casos do Brasil (56ª posição), Timor Leste (126ª) e Moçambique (129ª).

IDE na Europa Central e Oriental: Procter & Gamble reforça aposta na Polónia

No próximo dia 23 de Setembro, a multinacional Procter & Gamble vai inaugurar em Aleksandrów Łódzki, Polónia, mais um projecto de investimento, desta vez uma unidade industrial de produtos de cosmética, que empregará 300 trabalhadores e que custou cerca de 50 milhões de USD. Trata-se do 3º projecto empresarial relevante desta multinacional no mercado polaco, depois dos investimentos realizados na unidade industrial de Targówek (Varsóvia) e da implantação, em Lodz, da maior fábrica do mundo de lâminas para barbear da marca Gillete que emprega actualmente 3 200 trabalhadores e que custou 500 milhões de USD. Ou seja, apesar da crise económica e financeira internacional e das dificuldades que estão a passar algumas das economias da Europa Central e Oriental, a Polónia continua a ser um mercado muito competitivo e atractivo ao nível da captação de investimento directo estrangeiro (IDE), sobretudo face aos mercados da Europa do Sul, nomeadamente Portugal e Espanha. Aliás, em 20.05.2004, numa entrevista concedida ao Semanário Económico, o economista e Prémio Nobel Paul Krugman já alertava para o impacto do alargamento da União Europeia na economia portuguesa e apontava a Polónia como o principal concorrente de Portugal na captação de IDE.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Expat Explorer Survey' 2009 - HSBC Bank International

Já está disponível a edição de 2009 da "Expat Explorer Survey from HSBC Bank International". Desta vez foram entrevistados cerca de 3 000 expatriados que partilharam as suas experiências de trabalho e residência em 50 países. Veja aqui os resultados.

Negócios em Timor Leste

De acordo com o Jornal de Negócios, a empresa Visabeira Global, através da sua participada Viatel, vai avançar com uma operação em Timor Leste em parceria com a Nokia Siemens Networks, avaliada em 3,1 milhões de euros. Uma boa noticia para os interesses portugueses em Timor-Leste. No entanto, num país onde Portugal tem tido um papel preponderante no âmbito da ajuda pública ao desenvolvimento e que tem constituído uma das principais prioridades da nossa política externa, seria interessante perceber e conhecer, em termos globais, a intervenção empresarial portuguesa em Timor Leste e também as principais dificuldades, desafios e oportunidades que se colocam a estas empresas e a todas as outras que pretenderem abordar deste mercado.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

E-Business Entrepreneurs From Around the Globe to Convene in China for APEC SME Summit

A APEC SME (Small and Medium Entreprises) Summit deste ano vai ter lugar nos dias 11 e 12 de Setembro, em Hangzhou (China), sob o tema "Small is Beautiful, numa organização do AlibabaGroup (a maior empresa de e-commerce na China), Singapore Business Federation, The Chinese Council for the Promotion of International Trade (CCPIT) e People`s Municipal Government of Hangzhou. São esperados 3000 participantes oriundos de 20 países.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Caixa Geral de Depósitos considerado um dos bancos mais seguros do mundo

A revista Global Finance acaba de publicar a lista anual dos 50 bancos mais seguros do mundo - “World’s 50 Safest Banks’2009”. Neste prestigiado ranking surge um único banco português: a Caixa Geral de Depósitos na 34ª posição. Espanha tem 4 bancos nesta classificação da Global Finance: Banco Santander (13ª posição), BBVA ( 20ª), Banesto (25ª) e La Caixa (30ª). Será que esta sustentabilidade e capacidade financeira do Grupo Caixa Geral de Depósitos, decorrente, sobretudo, da natureza do seu principal accionista (Estado), não poderia ser mais e melhor utilizada no apoio ao desenvolvimento, modernização e, fundamentalmente, internacionalização das pequenas e médias empresas portuguesas?

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Leituras: "Outsourcing's third wave"

A revista Economist publicou há algumas semanas um excelente artigo com o titulo "Outsourcing's third wave" sobre as aquisições de terra que estão a ser feitas em larga escala em África, América Latina e Ásia por empresas privadas ou para-estatais de países como a China, Índia, Qatar, Bahrain, Arábia Saudita, EUA e Reino Unido, e suas aplicações. Sobre este assunto veja também o relatório "Land grabbing” by foreign investors in developing countries" do International Food Policy Research Institute e o seminário que sobre o referido tema foi realizado no Woodrow Wilson International Center for Scholars.

Leituras: "Hillary em África"

O jornal Expresso publicou no passado fim-de-semana um artigo muito interessante da autoria de Luís Todo Bom, com o titulo "Hillary em África", sobre o relacionamento político e económico de Portugal com os PALOP - Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Polónia recorda o dia de início da II Guerra Mundial

Assinala-se hoje em Gdansk, norte da Polónia, o dia de início da II Guerra Mundial, 01 de Setembro de 1939, um dos mais trágicos e traumáticos momentos da história da humanidade. Passados 70 anos são também assinados um conjunto de acordos que poderão normalizar o complicado relacionamento politico bilateral existente entre a Rússia e a Polónia, em grande parte motivado por um conjunto de acontecimentos verificados durante a II Guerra Mundial e pelo período de domínio soviético que se seguiu, até à Queda do Muro de Berlim, em 1989. Ontem, o Primeiro-Ministro russo, V. Putin, condenou o pacto Ribbentrop-Molotov, assinado em Agosto de 1939, e que tinha uma cláusula secreta ao abrigo da qual as tropas de Estaline ocuparam a zona oriental da Polónia e, hoje, em Gdansk, cidade-berço do sindicato "Solidariedade" e da contestação ao regime comunista polaco, V. Putin, afirmou que estava disposto a abrir os arquivos de Moscovo sobre o massacre de Katyn, um dos episódios mais traumáticos da Segunda Guerra Mundial para a população polaca, desde que houvesse reciprocidade das autoridades polacas, na abertura dos arquivos de Varsóvia. São acontecimentos muito importantes que esperamos que sejam o prenúncio de uma nova fase de relacionamento politico e económico entre a Polónia e a Rússia e, até, entre a União Europeia e a Rússia. Veja aqui, aqui e aqui a excelente reportagem do jornal Público sobre estas celebrações.

TAP está a ganhar a aposta feita nos mercados da Europa Central e Oriental

A aposta da TAP nos mercados da Europa Central e Oriental parece estar a alcançar bons resultados segundo esta notícia do Diário de Noticias e conforme havíamos aqui previsto no início desta operação.

No entanto, e até face a estes resultados, continuamos a defender uma maior aposta promocional do Turismo de Portugal e das Agências Regionais de Promoção Turística nos mercados da Europa Central e Oriental, nomeadamente na Polónia, Rússia, Rep. Checa e Hungria, face ao potencial de crescimento que apresentam, à necessidade de diversificação dos nossos principais mercados emissores e ao facto de possuírem actualmente ligações aéreas regulares e directas para Portugal, operadas através da TAP.

No 1º semestre de 2009, e de acordo com dados do INE, os 4 principais mercados emissores para Portugal da Europa Central e Oriental, tiveram o seguinte comportamento, em termos de número de hóspedes e dormidas:

Mercado – Nº Hóspedes – Posição enquanto mercado emissor para Portugal
Polónia – 31 638 (16º)
Rússia – 21 200 (20º)
Rep. Checa – 15 874 (21º)
Hungria – 7 501 (22º)


Mercado – Nº Dormidas – Posição enquanto mercado emissor para Portugal
Polónia – 120 593 (17º)
Rússia – 67 060 (19º)
Rep. Checa – 50 053 (21º)
Hungria – 22 646 (22º)

Fonte: INE (Portugal)

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Empresários portugueses do sector dos moldes visitam Irão

Numa iniciativa CEFAMOL – Associação Nacional da Industria de Moldes, 13 empresários do sector dos moldes vão deslocar-se, de 03 a 10 de Setembro, ao Irão integrados numa missão empresarial que tem por objectivo a avaliação do potencial deste mercado e o estabelecimento de contactos relevantes com empresas locais de injecção de plásticos “nos sectores automóvel, de embalagem, utilidades domésticas e telecomunicações”. Segundo o jornal Público, a organização desta acção de internacionalização empresarial é da responsabilidade da Market Acess, empresa portuguesa de consultadoria especializada em negócios internacionais, e com presença em Teerão, que acompanhará a delegação portuguesa nesta visita ao mercado iraniano.

Continuação das tensões entre a Russia e a Ucrânia poderão provocar uma nova crise energética no próximo inverno?

O relacionamento entre a Rússia e a Ucrânia continua muito tenso como se pode constatar da leitura de alguns artigos recentes como este (The Economist) e este (Peterson Institute for International Economics). Antecipando um eventual agravamento desta situação, a sociedade de hidrocarbonetos ucraniana Naftogaz já começou a encher as suas reservas com gaz russo de modo a evitar uma nova crise energética como aquela que se verificou no inverno passado. O que diria hoje deste conflito o poderoso líder soviético Leonid Brezhenev, de origem ucraniana, e que governou, entre 1964 e 1982, os destinos da antiga URSS-União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (o Presidente soviético que mais tempo teve no poder depois de Joseph Stalin)?

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Programa do PSD para as próximas eleições legislativas na área da internacionalização das empresas

Depois do PS, foi agora a vez do PSD anunciar o seu programa eleitoral para as próximas eleições legislativas. Tal como o PS, o PSD apresenta também um conjunto de propostas para a área da internacionalização da economia e das empresas que se apresentam de seguida:


pp. 7/8 do Programa

" O novo modelo económico tem de assentar prioritariamente nas exportações e no investimento privado, nacional e estrangeiro, substituindo a actual prioridade baseada no consumo, privado e
público, e no investimento público.

....

O Estado tem de criar condições de confiança, favoráveis ao investimento e às exportações.

Só através do aumento das exportações (ou da produção de bens que substituam as importações) conseguiremos diminuir o crescente endividamento do País, que a prazo pode ter
consequências muito graves. Só assim conseguiremos voltar a crescer e a convergir com a União Europeia. É necessária uma política económica de apoio aos sectores de bens transaccionáveis.

….

Promover directamente as exportações e apoiar a sua diversificação, nos mercados e nos produtos.

Apoiaremos designadamente a modernização e a internacionalização das empresas portuguesas, tanto quanto possível, através de políticas transversais ou de políticas dirigidas prioritariamente a empresas exportadoras.

….

Dar orientação à CGD para reforçar a sua actuação no financiamento das PME exportadoras.

Reforçar o crédito fiscal ao investimento para PME exportadoras (passando a corresponder a 50% do investimento).

Dinamizar o capital de risco para as PME exportadoras.

pp. 28 do Programa

Apoiaremos a continuação de cidadãos portugueses que exercem altos cargos da União Europeia e de outras instituições internacionais.

.....


Recolocaremos o espaço lusófono como área essencial e prioritária da nossa política externa, invertendo a perda de relevância registada nos últimos anos.

….

Renovaremos e aprofundaremos os vínculos bilaterais com os países lusófonos, dando grande prioridade ao Brasil, país que se assume como enorme oportunidade para Portugal numa época em que ascende à condição de grande potência mundial.

Reforçaremos a importância da política de cooperação, com especial destaque para a promoção do ensino da Língua Portuguesa e com maior interligação entre as vertentes cultural e económica no relacionamento bilateral e multilateral.

…….

Apostaremos fortemente numa diplomacia económica destinada a apoiar a internacionalização das empresas portuguesas, em ordem a:
a) Diversificar os mercados das nossas exportações, através do apoio às exportações para as regiões que se apresentam como novas oportunidades (Magreb, América Latina e Médio Oriente);

b) Fortalecer a relação com os parceiros comerciais com que temos maiores défices comerciais;

c) Fomentar a venda os produtos e serviços transaccionáveis capazes de concorrer na economia global;

d) Levar a cabo o rebranding da imagem de Portugal, adicionando à imagem de destino turístico a de País de bens e serviços de qualidade.


pp. 29 do Programa

Estimularemos a iniciativa empresarial nas Comunidades Portuguesas em ligação a Portugal e entre Comunidades, numa rede de empresários lusófonos."

Durão Barroso em dificuldades para conseguir um segundo mandato como líder da Comissão Europeia?

Guy Verhofstadt, antigo Primeiro-Ministro belga e líder dos Liberais Europeus, grupo que reune um conjunto de partidos liberais europeus, traça aqui 3 cenários para a eleição do próximo Presidente da Comissão Europeia, um dos quais prevê a rejeição da candidatura de Durão Barroso por parte do Parlamento Europeu. Tratam-se das tradicionais conjecturas e manobras politicas que antecedem a eleição de cargos desta relevância ou a candidatura de Durão Barroso está, de facto, a atravessar algumas dificuldades?

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

As prioridades do Banco da China nos países lusófonos

Segundo o jornal Público, o Banco da China já abriu ou vai abrir filiais em Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique, com o objectivo de “explorar o potencial das economias lusófonas em expansão”. Neste contexto, estranha-se que Portugal não faça parte da lista de prioridades do Banco da China. Será que as autoridades chinesas entendem que não existem oportunidades de desenvolvimento das relações bilaterais, nomeadamente ao nível das exportações e do investimento?

Espanha promove PME’s no mercado chinês

A China continua a estar no topo das prioridades das empresas espanholas. Na próxima edição da CISMEF - a principal feira multisectorial chinesa para pequenas e médias empresas - que irá decorrer em Guangzhou (sul da China) , de 22 a 25 de Setembro, a Espanha vai ser o país convidado.

No pavilhão oficial espanhol que ocupará uma área de 10 000 m2, vão estar presentes cerca de 200 PME’s de sectores como o agro-alimentar, indústria transformadora, bens de consumo e serviços. Seguindo a estratégia promocional prosseguida em outros eventos do mesmo género, estarão também representadas no pavilhão espanhol na CISMEF algumas “marcas globais” espanholas como a Telefónica, BBVA, Indra, Endesa, CAF, Torrres e até o Real Madrid. Como acções complementares, serão ainda organizadas exposições temáticas para divulgação da capacidade da oferta espanhola de bens e serviços abrangendo os sectores das tecnologias, arquitectura, gastronomia e turismo (com degustações de vinhos, azeites) e será também apresentada uma réplica do Pavilhão Espanhol na próxima Exposição Mundial de Shanghai’2010.

O Governo espanhol vai apoiar e estar directamente envolvido nesta acção, organizada pelo Icex – Instituto Espanhol de Comércio Externo, através da presença do Ministro da Industria, Turismo e Comércio, Miguel Sebastian, que aproveitará a ocasião para inaugurar, em Guangzhou, um Consulado-Geral de Espanha e uma nova “Oficina Económica e Comercial”, equipada com Centro de Negócios, com a promessa de, nos próximos meses, vir a ser também criada uma “Oficina do Turismo de Espanha”.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Apelo do mercado angolano chega aos quadros da comunicação social portuguesa

O apelo do mercado angolano está a chegar também aos quadros das principais empresas portuguesas de comunicação social. Segundo é referido pelo Diário de Noticias dois importantes jornalistas da SIC vão sair da estação para trabalhar em Angola no canal público de televisão (TPA) e na delegação local do Semanário Sol. Já antes havia também sido noticiado que um outro jornalista português vai dirigir a revista “Exame” em Angola, na sequência de um acordo estabelecido entre o grupo empresarial angolano Medianova e os os brasileiros da editora Abril, proprietários do título, para a utilização da marca "Exame".