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sábado, 15 de outubro de 2011

Leituras: Alguns "papers" sobre diplomacia económica e diplomacia comercial/Clingendael - Netherlands Institute of International Relations


A imprensa deste fim-de-semana continua a dar grande destaque à problemática da diplomacia económica portuguesa, e nomeadamente aos desafios que se colocam ao nível do funcionamento do dispositivo nacional de diplomacia comercial. Também o “The Hague Journal of Diplomacy”, editado pelo  Clingendael - Netherlands Institute of International Relations, dedicou o seu último número ao tema da diplomacia económica. Abaixo pode encontrar um conjunto de artigos publicados nesse número da referida revista:

Contents Vol. 6 (2011), No. 1-2
Special issue
·         Economic Diplomacy
·         Economic and Political Perspectives
Guest Editors: Peter A.G. van Bergeijk, Maaike Okano-Heijmans and Jan Melissen
Editor: Jan Melissen and Paul Sharp

ARTICLES:
·         Economic Diplomacy: The Issues. pp. 1-6 – Peter A.G. van Bergeijk, Maaike Okano-Heijmans and Jan Melissen
RESEARCH PAPERS:
·         Conceptualizing Economic Diplomacy: The Crossroads of International Relations, Economics, IPE and Diplomatic Studies pp. 7-36 – Maaike Okano-Heijmans
·         Globalism Ascendant, Regionalism Stagnant: Japan’s response to the Global Financial Crisis, pp. 37-61– Mireya Solís
·         Great Power Style’ in China’s Economic Diplomacy: Filling the Shoes of a Benign Hegemon? pp. 63-81– Yang Jiang
·         EU Economic Diplomacy:The Factors Shaping Common Action, pp. 83-99– Stephen Woolcock
·         The Economic Effectiveness if Diplomatic Representation: An Economic Analysis of its Contribution to Bilateral Trade, pp.101-120– Peter A.G. van Bergeijk, Henri L.F. de Groot and Mina Yakop
·         Commercial Diplomacy in the Context of International Business, pp. 121-148– Olivier Naray
·         Any Ties that Bind? Economic Diplomacy on the South Asian Subcontinent, pp. 149-169– Han Dorussen, Syed Mansoob Murshed and Hugh Ward

Practitioners’ Perspectives
·         Economic Diplomacy in a Changing World, pp. 171-186– Maxime Verhagen and Henk Bleker
·         The Diplomacy of the Financial Crisis in Context, pp. 187-201– Nicholas Bayne
·         Development Cooperation as Economic Diplomacy? pp. 203-217– Arjan de Haan

Bookreviews
·         R.S. Zaharna, Battle to Bridges: US Strategic Communication and Public Diplomacy after 9/11, pp. 219-221– Ellen Huijgh
·         Robert Steinmetz and Anders Wivel (eds.), Small States in Europe: Challenges and Opportunities, pp. 222-223– Ali Naseer Mohamed
·         Kathy R. Fitzpatrick, The Future of US Public Diplomacy: An Uncertain Fate, pp. 224-225– Bruce S. Allen
·         Ivor Roberts (ed.), Satow’s Diplomatic Practice, pp. 226-227– Stuart Murray

E se ainda tiver tempo, veja também os seguintes “papers”, sobre o mesmo assunto, já publicados pelo Clingendael:

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Boas noticias da última Assembleia Anual do Banco Africano de Desenvolvimento


Boas noticias para Portugal, e também para Angola, da última reunião anual da Assembleia de Governadores do Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) que decorreu a semana passada em Abidjan, Costa do Marfim. Assim, Portugal vai organizar a próxima Assembleia Anual de Governadores desta instituição multilateral de financiamento, que terá lugar em Lisboa, de 06 a 11 de Junho de 2011, e neste âmbito irá assumir a Presidência do Conselho de Governadores do BAD até à realização deste encontro anual. Por outro lado, o angolano Tombwele Francisco Pedro vai tomar posse no cargo de administrador do BAD, num mandato que se iniciará em Junho de 2010 e que terminará a 30 de Junho de 2013, em representação de quatro países da África Austral (Angola, Moçambique, Namíbia e Zimbabwe).
A Assembleia Anual de Governadores do Banco Africano de Desenvolvimento é um acontecimento de grande relevância internacional na área económica e financeira. Espera-se que a Assembleia Anual de Lisboa venha a contar com cerca de 3000 representantes de empresas, banca e Governos dos 77 países accionistas da instituição e de outras organizações, públicas e privadas, com interesses no Continente Africano. A realização deste evento, que Portugal organiza pela primeira vez, constituirá, sem dúvida, um elemento dinamizador das relações económicas e empresariais de Portugal com o Continente Africano e uma oportunidade única para a promoção da oferta portuguesa de bens e serviços junto de um conjunto muito alargado de potenciais clientes e líderes de opinião.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Leituras: "Plano África 2009-2012 - Espanha"

Num artigo publicado este fim-de-semana no jornal "Expresso", e designado "O trabalho de casa de Espanha", Manuel Ennes Ferreira, colunista do referido semanário e professor no ISEG, aborda o tema da estratégia politica e económica espanhola para o Continente Africano, fazendo referência ao documento "Plano África 2009-2010", elaborado pelo Ministério das Relações Exteriores e da Cooperação de Espanha.
Pela importância deste documento, seguem os links para o mesmo nas linguas espanhola, francesa, inglesa e portuguesa e também a versão 2006-2008 do mesmo Plano África, esta ainda sem tradução para língua portuguesa. Veja também o "Plano Ásia-Pacífico 2008-2012" do governo espanhol.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Angola e China: o fim da lua-de-mel?

A imprensa de hoje, e nomeadamente o Diário Económico, faz referência ao facto da Sonangol, petrolífera estatal angolana, não estar a autorizar as petrolíferas estatais chinesas CNOOC e SINOPEC a comprarem uma participação de 20% no bloco 32 à empresa norte-americana Marathon International Petroleum. Adiantam ainda, com base na opinião de alguns analistas, que este episódio pode significar o “fim da lua-de-mel” entre China e Angola. Na nossa opinião, não se trata do “fim da lua-de-mel” e da forte relação económica e politica que une estes dois países. Trata-se antes de mais, de um sinal que as autoridades angolanas pretendem dar ao Governo chinês que não estão “reféns” ou “dependentes” da sua ajuda económica e financeira e que pretendem, como até aqui, continuar a ter um grupo alargado e diversificado de parceiros económicos e comerciais, entre os quais se inclui, obviamente, a China. Esta tem sido a estratégia que inteligentemente as autoridades angolanas têm vindo a seguir, nos últimos anos, quando alguns dos seus principais parceiros económicos começam a ganhar uma “exagerada” relevância ou protagonismo na vida económica e politica angolana. Sinais como o que agora foi dado à China, já foram mostrados, em diversos momentos, a países como a antiga União Soviética, Cuba, EUA, Brasil, França e África do Sul, e até a algumas organizações internacionais - como as Nações Unidas, Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional e União Europeia - e são “permanentemente” enviados a Portugal. Aliás, a esta posição mais recente tomada em relação a interesses chineses, não será alheia a decisão do governo de Angola em retomar e reforçar o relacionamento com o Fundo Monetário Internacional, em relação ao qual está agora interessado em obter um financiamento de dois mil milhões de dólares para reestruturação e desenvolvimento da economia angolana.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Estudo académico da Faculdade de Economia do Porto faz balanço de 12 missões oficiais com componente empresarial (act.)

Aos poucos começam a surgir no meio académico nacional alguns trabalhos interessantes sobre a problemática da internacionalização das empresas portuguesas. Desta vez, André Caiado da Faculdade de Economia do Porto faz um balanço de 12 visitas oficiais, com componente empresarial, organizadas pelos Gabinetes do Primeiro-Ministro e do Presidente da República, entre 2005 e 2008, e conclui que os empresários que integraram estas acções têm uma opinião globalmente positiva e destacam a utilidade destas enquanto instrumentos de promoção das exportações e da internacionalização das empresas. No entanto, neste estudo André Caiado deixa também um conjunto de alertas, fundamentalmente, sobre a necessidade de ser repensado o modelo de planeamento e de implementação destas missões, a importância de existirem critérios claros na selecção das empresas e a relevância da realização de "follow up" e posterior seguimento destas iniciativas da diplomacia económica portuguesa. Veja mais informações sobre o referido trabalho aqui e algumas reacções em relação ao mesmo aqui e aqui.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Junta da Extremadura abre representação em Portugal

A Junta da Extremadura inaugurou hoje a sua delegação em Portugal. Esta pequena “embaixada” da mais “portuguesa” das Comunidades espanholas, está situada no Restelo, em Lisboa, e vai alojar, para além do representante oficial do governo regional em Portugal, um conjunto de empresas e entidades ligadas à promoção económica externa desta região, tais como a TurExtremadura (promoção turística), Fomento de Mercados da Extremadura (promoção das exportações) e Sofiex (investimentos e capital de risco).
Trata-se de um importante sinal politico do governo regional liderado por Guillermo Fernández Vara, um médico natural de Olivença, que consubstancia a forte vontade de reforçar o relacionamento com Portugal, a todos os níveis, e de dar a conhecer esta região espanhola.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Luis Amado sobre algumas das prioridades da politica económica externa portuguesa

O Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Luis Amado, concede hoje uma entrevista ao Diário Económico onde de uma forma esclarecedora faz um conjunto de comentários sobre algumas das prioridades externas da economia portuguesa; modo de funcionamento do sistema português de apoio à internacionalização; competitividade internacional das empresas nacionais; captação de investimento dos fundos soberanos; missões oficiais ao estrangeiro, entre outros.