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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Human Development Report'2009

Noruega, Australia e Islândia lideram o "Human Development Index (HDI)" do "Human Development Report'2009" do PNUD- Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.
Portugal integra o grupo de países com desenvolvimento humano «muito elevado», ocupando o 34º lugar no "Human Development Index", uma posição ainda "modesta" quando comparada, por exemplo, com os lugares ocupadas pela Irlanda (5ª), Espanha (15ª), Grécia (25ª), Israel (27ª), Eslovénia (29ª) ou até Chipre (32ª).

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Leituras: "Panorama de la inserción internacional de América Latina y el Caribe 2008/2009"

Um interessante trabalho do CEPAL -Comissão Económica para a América Latina e Caraíbas das Nações Unidas com análises bastante aprofundadas da conjuntura económica internacional, da evolução do comércio regional durante a recente crise económica e financeira e das possibilidades de cooperação cooperação na América Latina e Caraíbas.

Balanço da legislatura na área da cooperação para o desenvolvimento

Neste final desta legislatura, a Cooperação Portuguesa faz aqui um balanço da sua actuação nos últimos 4 anos tendo por referência as propostas de governação incluídas na resolução do Conselho de Ministros nº 196/2005 (“Uma visão estratégica para a cooperação portuguesa”). Sugere-se uma leitura atenta do capitulo 5, onde são destacadas as acções realizadas pela Cooperação Portuguesa ao nivel do “Apoio ao Sector Privado”.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Angola e China: o fim da lua-de-mel?

A imprensa de hoje, e nomeadamente o Diário Económico, faz referência ao facto da Sonangol, petrolífera estatal angolana, não estar a autorizar as petrolíferas estatais chinesas CNOOC e SINOPEC a comprarem uma participação de 20% no bloco 32 à empresa norte-americana Marathon International Petroleum. Adiantam ainda, com base na opinião de alguns analistas, que este episódio pode significar o “fim da lua-de-mel” entre China e Angola. Na nossa opinião, não se trata do “fim da lua-de-mel” e da forte relação económica e politica que une estes dois países. Trata-se antes de mais, de um sinal que as autoridades angolanas pretendem dar ao Governo chinês que não estão “reféns” ou “dependentes” da sua ajuda económica e financeira e que pretendem, como até aqui, continuar a ter um grupo alargado e diversificado de parceiros económicos e comerciais, entre os quais se inclui, obviamente, a China. Esta tem sido a estratégia que inteligentemente as autoridades angolanas têm vindo a seguir, nos últimos anos, quando alguns dos seus principais parceiros económicos começam a ganhar uma “exagerada” relevância ou protagonismo na vida económica e politica angolana. Sinais como o que agora foi dado à China, já foram mostrados, em diversos momentos, a países como a antiga União Soviética, Cuba, EUA, Brasil, França e África do Sul, e até a algumas organizações internacionais - como as Nações Unidas, Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional e União Europeia - e são “permanentemente” enviados a Portugal. Aliás, a esta posição mais recente tomada em relação a interesses chineses, não será alheia a decisão do governo de Angola em retomar e reforçar o relacionamento com o Fundo Monetário Internacional, em relação ao qual está agora interessado em obter um financiamento de dois mil milhões de dólares para reestruturação e desenvolvimento da economia angolana.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

O bom exemplo de Cabo Verde (II): Hillary Clinton de visita ao arquipélago

Como já havíamos referido anteriormente, Cabo Verde é um caso particular no contexto africano. É um exemplo de boa governação, de estabilidade democrática, de respeito dos direitos e das liberdades e de também de desenvolvimento económico num país com tão poucos recursos naturais. Chegou a agora a vez da Secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, constatar isso mesmo na sequência de uma visita que está a fazer a este arquipélago, integrada na sua digressão africana. Todos os cabo-verdianos, incluindo os da numerosa diáspora, deverão estar orgulhosos pelo país que estão a construir e pelo longo caminho que percorreram deste a Independência de Portugal em 1975. Mas este esforço, num contexto de grandes carências e dificuldades, deve ser premiado e deve servir de exemplo para um Continente onde ainda subsistem graves problemas políticos, económicos e sociais. Esperamos, por isso, que os EUA passem a acompanhar mais de perto a realidade cabo-verdiana, apoiando o desenvolvimento do sector privado e o lançamento de programas de cooperação económica e empresarial. Quanto a Portugal, e apesar das excelentes relações existentes com Cabo Verde, consideramos que se pode, e deve, fazer mais, muito mais, pois existem condições politicas e institucionais para que a parceria entre os dois países seja mais alargada e mutuamente vantajosa.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

O bom exemplo de Cabo Verde


Em África, Cabo Verde é um exemplo ímpar de transição democrática, de funcionamento das instituições, de liberdade de opinião, de desenvolvimento económico, de gestão da ajuda internacional, de aposta na sociedade do conhecimento. Agora, é também de assinalar o sucesso que este pequeno país - sem grande relevância no contexto politico-diplomático africano, mas com alguns quadros muito bem preparados - está a alcançar na abordagem das instituições internacionais. Esta estratégia acaba de atingir novos resultados com a selecção (entre 65 candidatos), e posterior nomeação, de Helena Semedo, ex-Secretária de Estado e ex-Ministra das Pescas de Cabo Verde (num governo do partido MPD), para directora-geral para África da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação), em acumulação com o cargo de adjunta do Director-Geral da FAO.